quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

MORRE ATOR GILBERTO MARMOROSCH

O ator Gilberto Marmorosch, de 74 anos, morreu no Rio na terça-feira (29). Ele começou a carreira no teatro há quase 50 anos e também atuou no cinema e na televisão. 

Gilberto participou do programa Zorra Total e em novelas como Cama de Gato, Viver a Vida e Haja Coração. Seu último trabalho foi Pega Pega, em 2017.

Divisão de Música da UEL oferta curso Masterclass de Regência Orquestral

A Divisão de Música da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina (UEL) abre inscrições, na próxima segunda-feira (14), para o curso "Masterclass de Regência Orquestral”. Os interessados podem fazer a inscrição no endereço Masterclass de Regência até 15 de fevereiro, com taxa de inscrição no valor de R$ 50,00.

As aulas serão ministradas pelo maestro titular da Orquestra Sinfônica da UEL (OSUEL), Alessandro Sangiorgi, no período de 24 a 28 de fevereiro, no Cine Com-Tour/UEL.

Os candidatos selecionados terão aula diretamente com o maestro e os demais poderão participar como ouvinte. Para seleção, os inscritos devem enviar vídeo com duração de 5 a 10 minutos, demonstrando uma performance em regência orquestral.

O objetivo é oportunizar a qualificação para regência de uma orquestra sinfônica, sob a orientação de renomado profissional da área específica. Segundo os responsáveis, o curso também visa possibilitar o aperfeiçoamento na performance de regência orquestral de músicas do repertório clássico e barroco. Mais informações pelo telefone (43) 3322-5224 ou pelo e-mail masterosuel@gmail.com.

ORQUESTRA SINFÔNICA DA UEL
A Orquestra Sinfônica da UEL foi primeira orquestra sinfônica do Paraná, oficialmente criada em 14 de março de 1984. Entre os objetivos da instituição estão: interpretar e difundir o repertório sinfônico tradicional e contemporâneo com ênfase na música brasileira e dar suporte às atividades acadêmicas dos cursos ligados à área de música, através de integração com o ensino, pesquisa e extensão.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

WAGNER MONTES MORRE AOS 64 ANOS

Morreu na manhã deste sábado (26), por volta das 11h30, o deputado federal eleito Wagner Montes (PRB). O parlamentar e apresentador de TV tinha 64 anos e estava internado há dois meses no Hospital Barra D'Or para o tratamento de uma infecção urinária. A causa da morte foi choque séptico e sepse abdominal.

Wagner Montes foi eleito deputado federal nas últimas eleições pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB), com 65.868 votos. Ele estava no terceiro mandato na Alerj. 

Casado há 30 anos com a apresentadora Sônia Lima, Wagner também era advogado e apresentava telejornais na TV Record. 

Criado no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o político teve uma infância pobre. Na juventude trabalhou como garçom, vendedor de camisas e açougueiro.  

Em 1974, estreou na Rádio Tupi, passando em 79 para a TV, onde apresentou os programas “Aqui e Agora” na extinta TV Tupi e “O Povo na TV” na TVS, hoje SBT. O apresentador comandou diversos programas ligados à música e às causas populares. Ao todo foram 17 anos trabalhando na emissora de Silvio Santos, período em que conheceu a atriz Sônia Lima - no Show de Calouros. 

Em 1981, Wagner sofreu um grave acidente a bordo de um triciclo, na Zona Sul do Rio.

Em sua carreira como artista de televisão, Wagner teve destaque apresentando o programa “Balanço Geral”, da TV Record. Seu bordão “escraaacha” era repetido por crianças, jovens e adultos e tornou-se uma marca.

Wagner Montes elegeu-se deputado estadual no ano de 2006, com a expressiva votação de 111.802 votos. Em 2010, com 528.628 votos, destacou-se como o deputado estadual mais votado da história política do Estado do Rio de Janeiro. Seu mandato teve forte atuação nas áreas de segurança pública, saúde e educação. 

O parlamentar ocupou por quatro anos o cargo de 1º Secretario da Mesa Diretora da Alerj. Na eleição de 2014, foi reeleito, com 208.814 votos e foi o segundo deputado estadual mais votado naquela eleição.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

MORRE ATOR CAIO JUNQUEIRA

O ator Caio Junqueira, do filme 'Tropa de Elite', morreu nesta quarta-feira (23) no Rio de Janeiro aos 42 anos. Ele tinha sofrido um acidente de carro no Aterro do Flamengo no último dia 16 e desde então estava internado no Hospital Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul do Rio. 

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o ator morreu às 5h15. 

O ator Caio Junqueira iniciou a carreira ainda criança e deixou um legado profissional extenso. Ao todo, ele participou de mais de 20 produções televisivas, além de 10 curtas e pelo menos 15 longas.
Caio de Lima Torres Junqueira nasceu no Rio de Janeiro, em 20 de novembro de 1976. Filho do ator Fábio Junqueira (1956 - 2008), ele é irmão por parte de mãe do também ator Jonas Torres. 

Ele iniciou a carreira no teatro em 1984, aos 7 anos de idade. No ano seguinte, fez sua estreia televisiva ao lado de Diogo Vilela e Zezé Polessa no seriado "Tamanho família", da extinta TV Manchete. 

Naquele mesmo ano, também estreou no cinema, no filme "Com licença, eu vou à luta", de Lui Faria. 

O primeiro trabalho na TV Globo se deu em um episódio do seriado "Armação ilimitada", de Guel Arraes, ao lado do irmão Jonas.A partir daí, ele fez várias séries e novelas na emissora: "Desejo", "A viagem", "Engraçadinha, seus amores e seus pecados", "Hilda Furacão", "O clone", "Um anjo caiu do céu", "O quinto dos infernos" e "Chiquinha Gonzaga" estão entre seus principais trabalhos.

Caio sempre deu grande atenção ao cinema – foram 10 participações em curtas e pelo menos 15 longas. Em 1996, ele venceu o prêmio de ator revelação do Festival de Gramado pela participação no filme "Buena sorte", de Tania Lamarca.

O ator fez parte do elenco de "Zuzu Angel" e "Quase nada", de Sérgio Rezende, "For all - O trampolim da vitória", de Buza Ferraz e Luiz Carlos Lacerda, "O que é isso, companheiro?", de Bruno Barreto, além de "Abril despedaçado" e "Central do Brasil", ambos assinados por Walter Salles.
  Caio Junqueira com Rodrigo Lombardi  — Foto: Reprodução/Facebook 
Caio Junqueira com Rodrigo Lombardi — Foto: Reprodução/Facebook 

No entanto, não há dúvidas de que seu personagem mais marcante junto ao público foi o aspirante Neto, oficial recém-formado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, no filme "Tropa de elite", de José Padilha.
Nos últimos anos, Caio participou de novelas e seriados na TV Record e na Fox Brasil. Seu trabalho mais recente foi o personagem Henrique Villa Verde, na série "O mecanismo", da Netflix, quando repetiu a parceria com o diretor José Padilha.
Caio Junqueira — Foto: João Miguel Júnior/TV Globo Caio Junqueira — Foto: João Miguel Júnior/TV Globo
Caio Junqueira — Foto: João Miguel Júnior/TV Globo
  Caio Junqueira- Hilda Furacão — Foto: TV Globo
Caio Junqueira- Hilda Furacão — Foto: TV Globo


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

MORRE SERTANEJO MARCIANO

marciano  



O cantor sertanejo Marciano, da dupla João Mineiro e Maricano, morreu aos 67 anos. A informação foi confirmada na rede social do cantor.
“É com imenso pesar que, em nota, confirmamos o falecimento do cantor Marciano, o Inimitável. Em breve, divulgaremos mais informações. Nesse momento, agradecemos o carinho de todos e pedimos orações à família”.

O cantor morreu dormindo em casa, em São Caetano, por volta das 2h de sexta (18). Segundo informações da assessoria de imprensa, ele não apresentava nenhum problema grave de saúde. 

Chamado de O Inimitável, interpretou canções como Fio de Cabelo e Crises de Amor.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Nova edição da revista Helena já está disponível online e na BPP

Já está em circulação o número 10 da Helena, a revista de artes, ensaios e reportagens da Biblioteca Pública do Paraná. A edição abre com um perfil, assinado pela jornalista Mariana Sanchez, do curitibano Rimon Guimarães, um dos nomes mais festejados da street art na atualidade. Também em Curitiba, o repórter André Pugliesi mostra o cotidiano dos beatmakers locais, que transformaram a cidade em um centro de empreendimentos relacionados ao movimento hip-hop.

Outros destaques da nova Helena: João Moreira Salles fala sobre cinema, violência, jornalismo e o futuro do Brasil em entrevista a Luiz Rebinski. Adriana Negreiros trata dos perigos da construção romanceada em torno das figuras de Lampião e Maria Bonita. Jones Rossi alerta para o efeito nefasto que a censura em nome das "boas intenções" pode produzir na cultura e na intelectualidade.

André de Leones resgata a dicção Madona dos Páramos, romance lançado em 1982 pelo mato-grossense Ricardo Guilherme Dicke (1936-2008). Cristian Brayner aponta caminhos para a valorização do equipamento cultural mais popular do país — a biblioteca. Christian Schwartz apresenta uma investigação pessoal sobre o aforismo, gênero que atravessa os séculos conquistando leitores.
única e o estilo febril de

A revista ainda traz uma crônica de Paulo Krauss, contos de Luci Collin e Nelson de Oliveira, poemas de Zuca Sardan, HQ de Aline Daka e fotos de Isabella Lanave, Murilo Ribas e Elisandro Dalcin — além de ilustrações de Caco Galhardo, Tereza Yamashita, Tita Blister, Mário de Alencar, FP Rodrigues, Guilherme Caldas, Benett e Visca.

A Helena tem tiragem de mil exemplares e distribuição gratuita na BPP e em todas as bibliotecas públicas do Paraná, além de pontos de cultura de Curitiba. Também é enviada por correio para jornalistas, escritores, acadêmicos e artistas gráficos de todo o Brasil. Leia online em www.helena.pr.gov.br

Nova geração de poetas brasileiros é destaque da edição de janeiro do Cândido

Uma nova geração de poetas começa a ganhar espaço na cena literária brasileira. São escritores e escritoras que surgiram na virada dos anos 2000 e tentam construir sua história depois de um século de grandes feitos poéticos, de autores incontornáveis, como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Vinicius de Moraes, João Cabral de Melo Neto e Cecília Meireles. “Quem ainda pode sonhar com esse time impecável?”, pergunta o escritor e crítico José Castello logo no início do ensaio que é destaque da primeira edição de 2019 do Cândido.


A poesia do século XXI brasileiro se fragmenta como um objeto depois de uma grande explosão. Há rastros por todos os lados, pegadas sujas, multiplicidade de sentidos, e não adianta tentar costurá-los porque eles não se encaixam, nem se interessam pela exatidão.”

Castello contextualiza a chegada da nova geração com escritores que pegaram o bastão do esquadrão modernista. Poetas como Chacal, Paulo Henriques Britto e Alberto Martins, que “fazem a ponte entre os dois séculos”. E então o crítico chega ao agora, analisando a produção de Angélica Freitas, Fabricio Corsaleti, Fabiano Calixto, Annita Costa Malufe, Marilia Garcia e Ana Martins Marques, o principal nome dessa geração, segundo Castello.

Outros conteúdos
A literatura brasileira contemporânea segue pautando o Cândido de número 90. O romancista Michel Laub reflete sobre as oficinas de criação literária na coluna Pensata. A partir de sua experiência pessoal, ele levanta questões que considera importantes para alunos e professores em cursos de escrita criativa. 
 
Já João Silvério Trevisan faz uma retrospectiva de sua obra. O veterano autor, um dos nomes mais importantes da literatura brasileira hoje, fechou a temporada 2018 do projeto Um Escritor na Biblioteca e comentou detalhes de seus principais livros, como o romance Ana em Veneza e o ensaio Devassos no paraísos
 
A edição também destaca os três vencedores da edição 2018 do Prêmio Paraná de Literatura: Daniel Arelli (Poesia, com Lição da matéria), Raimundo Neto (Contos, com Todo esse amor que inventamos para nós) e Lourenço Cazarré (Romance, com Kzar Alexander, O louco de Pelotas). Eles falam sobre suas obras e têm fragmentos de seus livros publicados. 
 
O Cândido traz uma seleta de textos de cinco poetas húngaros ainda inéditos em português, além de poemas de Ana Martins Marques e Luís Pimentel. A ilustração da capa é do artista Visca.

Serviço
O Cândido tem tiragem mensal de 3 mil exemplares e é distribuído gratuitamente na Biblioteca Pública do Paraná e em diversos pontos de cultura de Curitiba. O jornal também circula em todas as bibliotecas públicas e escolas de ensino médio do Estado. É enviado, pelo correio, para assinantes a diversas partes do Brasil.