Fundado em 1998, o Instituto Cultural Arte Brasil é uma OSC cultural com ações e projetos na cultura, esportes, meio ambiente e cidadania. Tem reconhecimento do Sesc, Minc, Rock In Rio, CESE, Itaú Social, Cenpec, Unicef, Instituto RPCom e Febrafite. Atuante na defesa, pesquisa e difusão da cultura brasileira, realiza ações arte-educativas e de combate ao racismo com adolescentes e jovens em conformidade com a Lei nº 10.639/2003 osc.artebrasil@gmail.com https://www.instagram.com/batuque_nacaixa/
sábado, 17 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
LÍDER ALEMÃO HELMUT KOHL MORRE AOS 88 ANOS
(Foto: Daniel Roland/AFP)
O ex- chanceler alemão Helmut Kohl, grande nome da reunificação da Alemanha, morreu nesta sexta-feira (16).
Kohl, que foi primeiro chanceler da República Federal Alemã após a
reunificação, morreu aos 87 em sua casa em Ludwigshafen. Ele governou a
Alemanha entre 1982 e 1998 e foi considerado por muitos a força motriz
por trás da introdução da moeda única europeia, convencendo alemães
céticos a abrir mão do marco alemão.
Figura histórica da União Democrata-Cristã (CDU/conservadores), é
considerado aquele a quem a atual chanceler Angela Merkel deve sua
ascensão política na década de 90. Ela foi sua ministra para temas
femininos, passou para o Ministério do Meio Ambiente e lentamente
atingiu o topo da vida política alemã.
Kohl saltou à política nacional em 1976, quando se tornou chefe da
oposição e chegou à chancelaria em 1982, após ganhar uma moção de
censura contra o então chefe do Executivo alemão, o social-democrata
Helmut Schmidt.
Um ano depois, foi ratificado pelas urnas no posto de chanceler e se
manteve no cargo até 1998, quando foi derrotado pelo social-democrata
Gerhard Schröder, que se aliou com Partido Verde pela primeira vez para
recuperar o governo da Alemanha.
Kohl , que detém o recorde de longevidade como chanceler alemão no
pós-guerra com quatro mandatos consecutivos, deixou a vida política em
2002. Após uma queda em 2008, sofreu problemas de fala e passou a usar
uma cadeira de rodas. Em 2012, ele foi submetido à uma grande operação
cardíaca.
CANTORA ELIZA CLIVIA E O MARIDO MORREM EM ACIDENTE
O acidente que no início da tarde desta sexta-feira (16) matou a cantora paraibana Eliza Clívia, 37 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró , e o marido dela,
o baterista Sérgio Ramos, no Centro de Aracaju (SE) foi registrado
pelas câmeras do circuito de segurança de uma loja. A cantora, que
iniciou a carreira solo há quatro meses, estava na capital para divulgar
um show, que seria realizado na noite desta sexta-feira (16), e fazer
entrevistas.
Pouco antes do acidente, Eliza foi entrevistada ao vivo em um programa jornalístico da TV Aperipê. Na conversa falou sobre o cansaço nas viagens, a carreira solo, os 10 anos na Cavaleiros do Forró e o carinho pelos fãs sergipanos.
MÚSICA BRASILEIRA PERDE VASCO MARIZ
Musicólogo, diplomata, advogado, pesquisador e integrante da Academia
Brasileira de Música (ABM), Vasco Mariz morreu na madrugada desta
sexta-feira (16), no Hospital Samaritano, Zona Sul do Rio, de pneumonia,
aos 95 anos.
Carioca, considerado uma unanimidade na vida cultural brasileira, Mariz ajudou vários artistas ao longo da carreira, é autor de uma das mais copiosas e importantes bibliografias do país e trabalhou intensamente na reorganização da ABM, nos anos 1990.
Mariz ingressou na vida diplomática em 1945, depois de se formar em Direito na Universidade do Brasil (atual UFRJ), e serviu por 42 anos na carreira, chefiando divisões como a de Difusão Cultural e de Política, como embaixador no Equador em Israel, no Chipre, no Peru e na Alemanha Oriental e representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos.
Em todo lugar, tratava de promover a música e os músicos brasileiros. Em Berlim, seu último posto diplomático como embaixador, convenceu o maestro Kurt Masur a fazer em Leipzig, cidade de Bach, uma homenagem a Villa-Lobos, autor das Bachianas Brasileiras, no ano do seu centenário, 1987.
A obra e os estudos de Mariz foram fundamentais para a criação do Instituto Cultural Arte Brasil, no Paraná e inspiração para que o batuque na caixa fosse implantado. Por isso, a instituição lamenta profundamente a perda desse intelectual cuja obra é seminal para se entender a história da música brasileira.
Carioca, considerado uma unanimidade na vida cultural brasileira, Mariz ajudou vários artistas ao longo da carreira, é autor de uma das mais copiosas e importantes bibliografias do país e trabalhou intensamente na reorganização da ABM, nos anos 1990.
Mariz ingressou na vida diplomática em 1945, depois de se formar em Direito na Universidade do Brasil (atual UFRJ), e serviu por 42 anos na carreira, chefiando divisões como a de Difusão Cultural e de Política, como embaixador no Equador em Israel, no Chipre, no Peru e na Alemanha Oriental e representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos.
Em todo lugar, tratava de promover a música e os músicos brasileiros. Em Berlim, seu último posto diplomático como embaixador, convenceu o maestro Kurt Masur a fazer em Leipzig, cidade de Bach, uma homenagem a Villa-Lobos, autor das Bachianas Brasileiras, no ano do seu centenário, 1987.
A obra e os estudos de Mariz foram fundamentais para a criação do Instituto Cultural Arte Brasil, no Paraná e inspiração para que o batuque na caixa fosse implantado. Por isso, a instituição lamenta profundamente a perda desse intelectual cuja obra é seminal para se entender a história da música brasileira.
FAGOTISTA NOEL DEVOS RECEBRÁ A MEDALHA VILLA LOBOS
O fagotista e professor
Noel Devos foi escolhido pelos acadêmicos para receber a Medalha
Villa-Lobos de 2017. Concedida a grandes personalidades da música
brasileira, a Medalha Villa-Lobos contempla três categorias, compositor,
intérprete e professor/musicólogo, sendo escolhida uma categoria por
ano. Em 2017 foi a vez da categoria professor/musicólogo. Reconhecido
como grande intérprete da música brasileira, Noel Devos foi escolhido
por sua atividade pedagógica como professor de fagote e música de
câmara. A Medalha Villa-Lobos será entregue a Noel Devos no dia 15 de
julho durante o concerto comemorativo dos 72 anos da ABM no Teatro
Municipal do Rio de Janeiro.
NOEL DEVOS.
NOEL DEVOS.
Nascido em Calais, estudou no Conservatório
de Paris, onde obteve por unanimidade o primeiro prêmio. Em 1952, a
convite de Eleazar de Carvalho, se transferiu para o Brasil, para ocupar
o posto de primeiro fagote da Orquestra Sinfônica Brasileira. Muitos
dividem a história do fagote no Brasil em antes e depois da chegada de
Noel Devos ao país. Sua atuação como músico e professor deu ao
instrumento uma relevância até então inédita na música brasileira.
O
repertório nacional para fagote solista e na música de câmara se
desenvolveu e consolidou tendo Devos como protagonista. A ele dedicaram
obras, dentre outros, compositores como Mignone, Siqueira, Bocchino,
Macêdo, Kiefer e Bauer. Mas aqui destacamos especialmente sua atuação
como professor. Foi docente da Escola de Música Villa-Lobos e da Escola
de Música da UFRJ.
Sua ação pedagógica espalhou-se por todo o país,
através da participação nos mais importantes e variados cursos de férias
e festivas de música, que se reflete nas diversas gerações de seus
alunos que hoje ocupam postos como solistas das principais orquestras
brasileiras e docentes em universidades e escolas de música. Destacamos,
por fim a relação de Devos com Villa-Lobos, tendo não só estreado
algumas de suas obras, como participado de várias edições do Festival
Villa-Lobos, ministrado cursos de interpretação sobre a obra do
compositor.
MINISTRO INTERINO DA CULTURA ENTREGA DEMISSÃO
O ministro interino da Cultura do governo Temer, João Batista de Andrade, enviou uma carta ao presidente pedindo demissão, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo.
Ele justificou o pedido afirmando que não tem interesse em ser efetivado no posto. Na carta, segundo o jornal, ele diz a Temer que está disposto a contribuir “de forma proativa” com a transição.
João Batista está no cargo desde maio, quando o ex-ministro Roberto Freire também pediu demissão após a divulgação da delação premiada de Joesley Batista, citando Michel Temer.
O governo só deve efetivar a troca quando Temer voltar de viagem para a Rússia e a Noruega, na próxima sexta-feira (22).
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)




