sábado, 20 de fevereiro de 2016

SHOW DE ZÉ PI NO SESC POMPÉIA



Show contará com participações de Luis Chagas e  Juliana Kehl

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No meio de 2015 foi lançado “Rizar”, o primeiro trabalho solo de Zé Pi. Este já consagrado e comemorado álbum nasceu cercado de amigos que participaram da trajetória do artista desde 2006, nomes como Tulipa Ruiz e Léo Cavalcanti.
Agora Zé Pi volta ao Sesc Pompeia para mostrar seu “Rizar”, em São Paulo, no sábado, dia 20 de fevereiro, às 21h.  


ZÉ PI no Sesc Pompéia - Mostra Prata da Casa
Local: Choperia
Dia 20 de fevereiro , sábado.
Horário: 21:00
Preços: a partir de R$5
Venda de ingressos limitada a 6 por pessoa


Zé Pi (voz e guitarra) ao palco acompanhado por Arthur Kunz (bateria), André Lima (teclado), Moisés Moita Mattos (guitarra), Otavio Carvalho (baixo) e um quarteto de cordas: Buda Nascimento e Fábio Silva (violinos), Renato Rossi (viola) e Leandro Tenorio (cello).

No repertório do show, as novas canções  de “Rizar”: “Fique à vontade”, “Anoiteceu”, “Muito tempo”. Além de “Depois”, que no disco conta com a participação de Tulipa Ruiz nos vocais  e “Se você soubesse” que traz Luiz Antônio Chagas (Isca de Polícia, Tulipa Ruiz) nos solos de guitarra, e “Acredito",  com o coro de Karine Carvalho e Barbara Eugênia. O show conta ainda com a participação especial do multi-instrumentista Luis Chagas e da cantora  Juliana Kehl.

ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA LANÇA LIVRO DE JOÃO CARLOS TEIXEIRA GOMES


 
 
O jornalista e escritor João Carlos Teixeira Gomes, ocupante da cadeira número 15 de Academia de Letras da Bahia, lançará no dia nove de março de 2016, na livraria Cultura do Salvador Shopping, a partir das 16h30m, o seu novo livro, “A Brava Travessia, memórias, viagens e artigos do Pena de Aço”. Na mesma data, estará celebrando os seus oitenta anos de existência. O livro tem prefácio de Sebastião Nery e análise do escritor Edmílson Caminha, da Academia Brasiliense de Letras.

     Como o título indica, “A Brava Travessia” se divide em três partes, pela junção das quais o autor cobre uma substancial parcela da sua trajetória profissional, retomando fatos apenas esboçados em seu livro anterior, de 2001, “Memórias das Trevas”.

      Jornalista profissional desde 1958, quando participou do lançamento do matutino “Jornal da Bahia”, em Salvador, João Carlos Teixeira Gomes é um dos integrantes da “Geração Mapa”, criada no Colégio Central em 1954 e integrada por nomes como os de Glauber Rocha, João Ubaldo Ribeiro, Fernando da Rocha Peres, Fernando Rocha, Ângelo Roberto, Carlos Anísio Melhor, Jaime Cardoso, Silva Dultra, Sônia Coutinho, Lina Gadelha e Paulo Gil Soares. O grupo dedicou-se a várias atividades literárias e artísticas na Bahia, despontando Glauber Rocha como o criador do Cinema Nova e importante diretor do cinema internacional, com filmes como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro”, “A Idade da Terra” e “Terra em Transe”.

      João Carlos Teixeira Gomes, que ganhou no Rio o apelido de “Pena de Aço” pela sua luta jornalística pela ética na política e pela liberdade de imprensa, é autor de obras como romance, contos, poesias, artigos, biografias, ensaios e relatos de viagens. Entre seus livros mais conhecidos estão “Glauber Rocha, esse vulcão”, “A Tempestade Engarrafada”, “O Telefone dos Mortos”, “O Labirinto de Orfeu”, “Gregório de Matos, o Boca de Brasa”, “Memórias das Trevas” e “Assassinos da Liberdade”. Despertaram grande interesse público suas narrativas de viagens através do Expresso Transiberiano, no maior percurso ferroviário do mundo, unindo a Europa à Ásia, pelo qual viajou da China até a Rússia, através da Mongólia e toda a Sibéria. Tendo tida uma vida acidentada como jornalista, que desenvolveu quase toda a sua atividade durante regime ditatorial, Teixeira Gomes conta em seu livro como enfrentou e venceu perseguições, vinganças, retaliações políticas e tribunais militares, mas fala também do seu amor pela música, pela pintura e pelas artes em geral, além da fatos pessoais da sua vida como professor universitário e episódios marcante vividos dentro de uma redação de jornal. O livro é enriquecido pela publicação de fotos abundantes e possui cerca de 470 páginas, sendo editado pela Caramurê Publicações, de Fernando Oberlandaer.

ATIVISTA AMERICANO ALBERT WOODFOX É LIBERTADO APÓS 43 ANOS


Albert Woodfox concede entrevista logo após ser solto (Foto: Bryn Stole / Reuters) 
 
 (Foto: Bryn Stole / Reuters)

O ex-ativista dos Panteras Negras Albert Woodfox foi solto nesta sexta-feira (19), após passar mais de quatro décadas preso em uma solitária, sendo o detento a passar mais tempo nessa condição nos Estados Unidos - anunciaram seus advogados.

Woodfox completou 69 anos nesta sexta.

Ele foi condenado junto com outros dois negros, Robert King e Herman Wallace, pelo assassinato em 1972 de um guarda da prisão de Angola, uma penitenciária de Louisiana.

Os três eram integrantes da organização Panteras Negras, um movimento radical contra a repressão e contra os abusos cometidos por policiais contra cidadãos afro-americanos.

Alfred Woodfox sempre negou o homicídio e foi condenado sem provas materiais, com o depoimento de três detentos.

Após passar cerca de 30 anos na solitária, Robert King, amigo de Woodfox, teve sua condenação cancelada.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

LUTO NAS ARTES: MORRE HUMBERTO ECO

O escritor Umberto Eco na cerimônia dos vencedores do Prêmio Príncipe das Astúrias, em Oviedo, em 27 de outubro de 2000 (Foto: Reuters/Desmond Boylan)


O filósofo, semiólogo e romancista italiano Umberto Eco, autor "O Nome da Rosa" e "O pêndulo de Foucault", morreu nesta sexta-feira (19), segundo os jornais italianos "La Reppublica" e "Corriere della Sera". A informação foi dada por um familiar do escritor ao "La Reppublica", que diz que Eco morreu aos 84 anos em sua casa às 22h30 do horário local (19h30 pelo horário de Brasília).

Umberto Eco nasceu na cidade de Alexandria, no dia 5 de janeiro de 1932. Quando pequeno, durante a Segunda Guerra Mundial, se mudou com sua mãe para um pequeno vilarejo na região montanhosa de Piemonte. Seu pai, um contador que vinha de uma família de 13 filhos, foi convocado para lutar em três guerras.

Seu pai queria que Umberto estudasse direito, mas ele decidiu entrar na Universidade de Turin para estudar filosofia medieval e literatura. Mais tarde, Umberto também foi professor na mesma Universidade.
Capa de edição italiana de 'O nome da rosa' (Foto: Divulgação) 
 
Capa de edição italiana de 'O nome da rosa'
(Foto: Divulgação)
 
Ele trabalhou como editor de cultura no canal de televisão RAI, onde conheceu um grupo de escritores, pintores e músicos que o influenciou em sua futura carreira de escritor.

Em setembro de 1962, Eco se casou com Renate Ramge, uma professora de arte alemã com quem teve dois filhos. Ele dividia seu tempo entre um apartamento em Milão, onde tinha uma biblioteca de 30 mil volumes, e uma casa de veraneio perto de Rimini, em que ficavam 20 mil exemplares.

Em 1992 e 1993, Eco foi professor na Universidade de Harvard. Ele também lecionou nas universidades de Oxford, Harvard, Columbia e Indiana, na Universidade de San Marino e na Universidade de Bologna, onde era presidente da Faculdade de Ciências Humanas.

Segundo o jornal britânico “The Guardian”, o autor uma vez disse que escrever era apenas uma ocupação parcial. “Sou um filósofo, escrevo romances nos fins de semana”, afirmou.

Ao mesmo jornal inglês, ele disse no ano passado que não sabia o que o leitor esperava. “Acho que Barbara Cartland escreve o que os leitores esperam. Acho que um escritor deveria escrever o que o leitor não espera. A questão é não perguntar o que eles precisam, mas muda-los... produzir o tipo de leitor que você quer para cada história”.


O escritor é conhecido por seu romance "O Nome da Rosa" publicado em 1980. O livro combina semiótica, ficção, análise bíblica, estudos medievais e teoria literária. Conta a história do frei Guilherme de Baskerville, enviado para investigar o caso de um mosteiro franciscano italiano, cujos monges são suspeitos de cometer heresias. A história, que se passa em 1327, envolve mortes misteriosas, crueldade e sedução erótica.

Em 1986 foi lançado o filme de mesmo nome, dirigido por Jean-Jacques Annaud e estrelado pelo ator Sean Connery.

Entre suas obras mais conhecidas também estão os romances "O Pêndulo de Foucault" (1988) e "O Cemitério de Praga" (2010), além dos ensaios "A Estrutura Ausente" e "História da Beleza". Seu último romance "O número Zero" foi publicado no ano passado.

Eco já tinha quase 50 anos quando começou a escrever romances, após uma bem sucedida carreira acadêmica. Já era autor de vários livros de não ficção e de ensaios quando decidiu buscar novos desafios.

MALAS A ESTIBORDO: PEÇA DE VALDIR RODRIGUES É ENCENADA EM LONDRINA

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A Fundação Cultural e Artística de Cambé, tem o prazer de convidar a todos, para a apresentação dos alunos do Grupo de Teatro Funcac Cambé, no Teatro Zaqueu de Melo em Londrina, no dia 26/02 as 20:30 h. 

E dia 27/02 as 20:00 h. 

Com a apresentação do espetáculo, a comédia "Malas a Estibordo".

 Texto e Direção: Valdir Rodrigues

Entrada gratuita.

HARPER LEE, AUTORA DE O SOL É PARA TODOS, MORRE AOS 89 ANOS


Harper Lee em foto de 2007 (Foto: AP Photo/Rob Carr, File)
 
A escritora norte-americana Harper Lee, ganhadora do Pulitzer pelo livro "O sol é para todos" (1960), morreu aos 89 anos. Lee vivia em uma casa de repouso em sua cidade natal no Alabama, e sofria deficiências visuais e auditivas.

Ela se retirou da vida pública e ficou até 2015 sem lançar um novo romance. No ano passado, foi lançado "Vá, coloque um vigia", livro que continua a história do livro de estreia. Seu manuscrito foi descoberto nos arquivos da escritora em 2014.