sexta-feira, 23 de novembro de 2012

ESCRITOR AUSTRALIANO BRYCE COURTENAY MORRE AOS 79 ANOS

O escritor australiano Bryce Courtenay, que discorria sobre as dificuldades da vida na Austrália e África do Sul, morreu aos 79 anos, na sua casa, em Canberra, disse sua editora na sexta-feira, apenas duas semanas depois do lançamento do seu último romance.

Conhecido por sua dedicação ao trabalho --escrevia até 12 horas por dia--, Courtenay vendeu mais de 20 milhões de livros. Ele só começou a escrever no final da década de 1980, após 30 anos de carreira como publicitário.

Seu primeiro romance, "The Power of One", sobre uma criança criada na África do Sul do apartheid, foi um sucesso instantâneo, vendendo mais de 8 milhões de exemplares e virando filme.


Nascido pobre da África do Sul, Courtenay estudou jornalismo em Londres e em 1958 se radicou na Austrália com sua primeira mulher, Benita.

Em 1993, voltou-se para a não-ficção com "April Fool's Day", relato pessoal sobre a morte do seu filho, que contraiu Aids numa transfusão de sangue.

Ele costumava escrever um livro por ano. O último, "Jack of Diamonds", foi lançado no começo de novembro, e continha uma despedida de Courtenay aos seus leitores. "Foi um privilégio escrever para vocês e que vocês tenham me aceitado como narrador em suas vidas. Agora, conforme minha história se aproxima do fim, que eu diga apenas 'Obrigado, vocês foram simplesmente maravilhosos'."

Courtenay deixa a esposa e dois filhos do primeiro casamento.

KARNAK COMEMORA 20 ANOS COM SHOWS

A banda Karnak comemora 20 anos de estrada com shows nos dias 5 e 6 de dezembro, às 21h, no Sesc Vila Mariana (zona sul de São Paulo).

O grupo, que lançou o primeiro álbum em 1995 (o homônimo "Karnak"), ficou conhecido por fundir diversos ritmos do folclore mundial com a música pop e o rock. Foi com o segundo disco, "Universo Umbigo" (1997), que o Karnak ganhou projeção nacional e internacional.


A banda paulistana conta com André Abujamra (voz e guitarra), Marcos Bowie (voz e trompete), Hugo Hori (voz, sax e flauta), Eduardo Cabello (guitarra), Kuki Stolarski (bateria) e Mano Bap (guitarra).

Karnak - Sesc Vila Mariana - r. Pelotas, 141, Vila Mariana, zona sul, São Paulo, SP. Ingr.: R$ 8 e R$ 32. 5 e 6/12: 21h. Não recomendado para menores de 12 anos.

MANO SAI DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Mano Menezes foi demitido nesta sexta-feira do comando da seleção brasileira. Ele recebeu a notícia de um contrariado Andres Sanchez, diretor de seleções da CBF, que disse que o novo treinador será conhecido em janeiro.

O técnico caiu depois de desavenças com o presidente da CBF, José Maria Marin, que ultimamente já não confirmava a permanência do treinador a longo prazo.

O último confronto de Mano no comando da seleção foi na quarta-feira passada, quando o Brasil perdeu por 2 a 1 para a Argentina no Superclássico das Américas, mas ficou com o título por ter vencido nos pênaltis.

Ex-técnico do Corinthians, Mano chegou à seleção depois da Copa do Mundo de 2010.

Mano assumiu a vaga deixada por Dunga, que caiu após o Brasil ser eliminado pela Holanda no Mundial da África do Sul, em julho daquele ano. No total, comandou o time por 40 jogos, o primeiro deles no dia 10 de agosto daquele ano contra os Estados Unidos.


O ano acabou oficialmente para a seleção brasileira, que só volta a jogar no dia 6 de fevereiro de 2013, contra a Inglaterra, em Wembley

Mano Menezes dirigiu a seleção brasileira em 40 jogos. Ele obteve 27 vitórias, seis empates e sete derrotas --72% de aproveitamento. As derrotas foram para a Argentina (3), México (2), França e Alemanha.

Nessas 40 partidas, Mano convocou 102 jogadores.

O treinador fracassou em duas competições oficiais com a seleção brasileira: foi eliminado nas quartas de final da Copa América e ficou com a medalha de prata na Olimpíada de Londres.

PRÊMIO CULTURAS POPULARES 2012 HOMENAGEIA MAZZAROPI

Os interessados em participar da edição 2012 do Prêmio Culturas Populares terão um bom prazo para preparar a documentação que será necessária em todo o processo de inscrição das propostas e outras questões relacionadas ao concurso.

As inscrições para o edital instituído pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC/MinC), estarão abertas a partir de 2013, no período de 5 de janeiro a 5 de abril. O grande homenageado da atual edição é o ator, produtor e cineasta Amácio Mazzaropi, que completaria, neste ano, 100 anos.


Serão destinados 170 prêmios para Mestres, mais 170 prêmios para Grupos/Comunidades e 10 prêmios para Mestres in memoriam. Ao todo serão premiadas 350 iniciativas e o investimento total será de R$ 5 milhões.

São objetivos da premiação: fortalecer as expressões das culturas populares brasileiras; identificar, valorizar e dar visibilidade às atividades culturais protagonizadas por Mestres e Grupos/Comunidades e às estratégias de preservação de suas identidades culturais; incentivar a participação plena e efetiva dos Mestres e Grupos/Comunidades na elaboração, execução e avaliação de projetos, atividades, ações e iniciativas que envolvam as culturas populares por eles cultivadas, dentre outros.

MAIS: http://www.cultura.gov.br/site/2012/11/23/premio-culturas-populares-2012-2/

MINISTRA DA CULTURA MARTA SUPLICY ENTREGA CERTIDÃO A 23 COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PIAUÍ

Um dia após lançar os editais voltados a produtores e criadores negros, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, participou da cerimônia alusiva ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, no Palácio do Planalto, na manhã da quarta-feira, 21.

Durante a cerimônia, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Social, do Desenvolvimento Agrário, da Educação e da Cultura, lançou uma série de medidas que ampliam o Programa Brasil Quilombola.


Coube à ministra Marta entregar a certidão de reconhecimento de 23 comunidades quilombolas do Piauí para a representante da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), Maria Rosalina dos Santos. Essas comunidades se somarão a outras 1,8 mil já certificadas pela Fundação Palmares, entidade vinculada ao Ministério da Cultura.

POETA VAGNER XAVIER NO ARTEMIX, EM LONDRINA

Vou participar em Dezembro do ArteMix,que será realizado em Londrina na vila cultural Cemitério de Automóveis de 8 à 9 de Dezembro e no dia 8/Dezembro às 18:00 horas estarei com uma sessão de autógrafos,sarau,gostaria muito de contar com sua presença,amigos e família.

Grande abraço,


Vagner Xavier



CAMPEÃO DA F1 SERÁ CONHECIDO NO BRASIL

O campeão da F-1 será decidido pela 27ª vez na última prova da temporada, neste domingo, no GP Brasil, no circuito de Interlagos, em São Paulo, onde Sebastian Vettel (Red Bull) e Fernando Alonso (Ferrari) podem se sagrar campeões.

O histórico de decisões na prova final começa em 1950, ano da primeira temporada da F-1, quando o italiano Giuseppe Farina, o argentino Juan Manuel Fangio e o também italiano Luigi Fagioli, chegaram ao GP da Itália com chances de levantar a taça.

Fangio, que corria pela Alfa Romeo, era o líder e chegou a largar na pole position, mas abandonou na 23ª volta. Seu companheiro Farina, que era o terceiro na tabela, acabou vencendo a prova e conquistando o título. Fagioli foi o terceiro na prova e no campeonato.

Mas a conquista ser de um piloto que não era o líder antes da última prova não é a situação mais comum. Em 16 das 26 decisões, o título ficou com o então primeiro colocado. Além de 1950, a virada só aconteceu em 1964, 1976, 1981, 1983, 1986, 1997, 1999, 2007 e 2010.

Duas dessas temporadas (81 e 83) marcam dois títulos de Nelson Piquet. Na primeira, correndo pela Brabham, o brasileiro era o segundo colocado no campeonato e brigava com o argentino Carlos Reutemann, da Williams, então líder, e o francês Jacques Laffite, da Ligier, terceiro na temporada. O brasileiro levou a taça com o quinto lugar, já que o francês foi sexto e o argentino oitavo no GP dos Estados Unidos.

Dois anos depois, novamente pela Brabham, Piquet chegou a última prova, o GP da África do Sul, em segundo, atrás do francês Alain Prost, da Renault, e à frente do também francês René Arnoux, da Ferrari. O brasileiro foi terceiro e os dois rivais abandonaram a prova, o que tornou Piquet campeão pela segunda vez.

A última vez que a última prova se tornou o palco da decisão foi em 2010. Fernando Alonso, já na Ferrari, chegou ao GP de Abu Dhabi líder com oito pontos à frente de Mark Webber, 15 de Sebastian Vettel (os dois últimos da Red Bull) e 24 de vantagem sobre Lewis Hamilton.

A estratégia do espanhol visava "marcar" de perto o rival australiano, o que deu certo, já que Alonso foi sétimo e Webber o oitavo, entretanto, Vettel venceu a corrida e saiu dos Emirados Árabes campeão mundial pela primeira vez.