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domingo, 8 de março de 2026
DOCUMENTÁRIO THE GROOVE UNDER THE GROOVE DESCORTINA O BRILHO DE PAULINHO DA COSTA
Radicado em Los Angeles desde 1972, quando se juntou à banda do pianista Sergio Mendes, ele tocou em hits perenes do pop mundial dos 1970 e 80. Do “Off the wall” e do “Thriller”, de Michael Jackson (que o considerava “o maior percussionista do mundo”), passando pelos LPs que trouxeram “(I’ve had) The time of my life” (da trilha do filme “Dirty Dancing”), “La isla bonita” (Madonna), “September” (Earth Wind & Fire) e “All night long” (Lionel Ritchie). Foram 6.716 músicas de 972 artistas, das quais 161 indicadas ao Grammy — e 59 ganharam. No dia 13 de maio (por coincidência, Dia da Abolição) ele vai ganhar a sua estrela na calçada da fama de Hollywood — até agora, entre os brasileiros, só Carmen Miranda (portuguesa de nascimento) recebeu a distinção.
A tal coincidência traz à memória uma das histórias mais impactantes contadas por Paulinho em “The groove under the groove”. Certa vez, chegando ao estúdio em Los Angeles, um funcionário o impediu de entrar com seu kit de percussão porque achou que ele fosse o carregador.
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