Instituto Cultural Arte Brasil
Fundado em 1998, o Instituto Cultural Arte Brasil é uma OSC cultural com ações e projetos na cultura, esportes, meio ambiente e cidadania. Tem reconhecimento do Sesc, Minc, Rock In Rio, CESE, Itaú Social, Cenpec, Unicef, Instituto RPCom e Febrafite. Atuante na defesa, pesquisa e difusão da cultura brasileira, realiza ações arte-educativas e de combate ao racismo com adolescentes e jovens em conformidade com a Lei nº 10.639/2003 osc.artebrasil@gmail.com https://www.instagram.com/batuque_nacaixa/
domingo, 8 de fevereiro de 2026
JORNALISMO ESPORTIVO EM LUTO: MORRE RUBENS CABRAL, EM LONDRINA
Morreu neste sábado o jornalista Rubens Fernando Cabral, aos 84 anos. Ele fez a trajetória na cobertura esportiva e foi um dos responsáveis pelo apelido de “Tubarão” ao time do Londrina, em 1976. Rubens Fernando Cabral era natural de Limeira, interior de São Paulo, mas estava no Paraná desde 1960. Ele foi árbitro de futebol e de futsal, e depois construiu uma longa trajetória no jornalismo esportivo, principalmente em Londrina.
LITERATURA E MÚSICA: A AMIZADE ENTRE DORIVAL CAYMMI E JORGE AMADO
A amizade entre Jorge Amado e Dorival Caymmi, iniciada em 1939 no Rio de Janeiro, foi uma relação profunda e duradoura, pautada na admiração mútua e no amor pela Bahia. Conhecidos como "irmãos", eles construíram juntos a identidade cultural baiana, unindo a literatura de Amado às canções de Caymmi. A dupla, frequentemente associada a Carybé, era unida também pela devoção ao candomblé, sendo coroados Obás de Xangô.
SHOW NO RIO CELEBRA OS 60 ANOS DO ÁLBUM AFRO-SAMBAS
"Os Afro-Sambas" é um álbum fundamental da música brasileira, lançado em 1966 pelo violonista Baden Powell e pelo poeta Vinícius de Moraes. A obra fundiu a bossa nova e o samba carioca com elementos dos terreiros de candomblé da Bahia, trazendo sonoridades místicas e afro-brasileiras, além de ser arranjado por César Guerra-Peixe.
LIVRO REVELA COMO RELACIONAMENTOS AMOROSOS INFLUENCIARAM OBRA DE MANUEL BANDEIRA
No fim dos anos 1990, a pesquisadora Elvia Bezerra fazia natação no Hotel Glória, no Rio de Janeiro. Certo dia, conversando com uma colega depois da aula, comentou que havia publicado um livro sobre Manuel Bandeira, “A trinca do Curvelo”, que reconstitui as vivências do poeta, do escritor Ribeiro Couto e da psiquiatra Nise da Silveira, que foram vizinhos no bairro de Santa Teresa, na zona central da cidade.
“Eu conheci Manuel Bandeira”, revelou a mulher, que era paraense e se chamava Luci Soares. Dias depois, ela disse a Elvia que estava lendo o livro e a convidou para um café. Entregou-lhe um envelope com bilhetinhos atrevidos e poemas que Bandeira escrevera para ela entre 1964 e 1966, quando foi seu professor na Faculdade Nacional de Filosofia. Num dos poemas, ele até desiste de ir-se embora para Pasárgada:
“Quis um dia ir a Pasárgada/ Só para ter em meio leito/ A mulher que tanto quis/ Mas hoje não quero mais./ Pois só a ti quero agora.”
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