Instituto Cultural Arte Brasil
Fundado em 1998, o Instituto Cultural Arte Brasil é uma OSC cultural com ações e projetos na cultura, esportes, meio ambiente e cidadania. Tem reconhecimento do Sesc, Minc, Rock In Rio, CESE, Itaú Social, Cenpec, Unicef, Instituto RPCom e Febrafite. Atuante na defesa, pesquisa e difusão da cultura brasileira, realiza ações arte-educativas e de combate ao racismo com adolescentes e jovens em conformidade com a Lei nº 10.639/2003 osc.artebrasil@gmail.com https://www.instagram.com/batuque_nacaixa/
domingo, 25 de outubro de 2026
SP: PARÓQUIA SANTA GENEROSA ADAPTA MISSAS PARA PESSOAS NEURODIVERGENTES
A Paróquia Santa Generosa — localizada na Avenida Bernardino de Campos, 360, no bairro do Paraíso, em São Paulo — realiza missas adaptadas para pessoas neurodivergentes e suas famílias. Celebrações eucarísticas adaptadas para reduzir barreiras sensoriais e incluir pessoas com autismo e outras neurodivergências, como luz amena, som baixo e pouco estimulo sensorial.
sábado, 24 de outubro de 2026
SERGIPE: QUEM FOI O CACIQUE APERIPE
O índio Aperipê (ou Morubixaba Aperipê) foi um importante líder indígena (cacique) que viveu na região do atual estado de Sergipe no século XVI. Comandou forças indígenas na região do Rio Real contra a invasão e a tentativa de conquista do território de Sergipe del-Rey pelos portugueses. O confronto ficou conhecido como a Guerra de Aperipê (ou Guerra pela Conquista de Sergipe), travada no final do século XVI, por volta de 1590, sob a liderança militar de colonizadores como Cristóvão de Barros
DIA DA SERGIPANIDADE
A Semana da Sergipanidade 2026 acontece de 16 a 25 de outubro de 2026, na Praça Fausto Cardoso, no Centro de Aracaju. O evento é realizado pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac e reúne a cultura, a gastronomia, o artesanato e o turismo de 16 municípios sergipanos. Em 8 de julho de 1820, o Rei Dom João VI assinara a Carta Régia que desligou Sergipe da província da Bahia, tornando-o uma capitania autônoma. Por muito tempo, o dia 8 de julho foi celebrado como a emancipação política. Embora a decisão tenha sido assinada em julho de 1820, foi apenas em 24 de outubro de 1824 que o documento oficial chegou a Sergipe, permitindo que a sociedade local tomasse ciência e comemorasse efetivamente a sua autonomia
ACADEMIA DE LETRAS DE SÃO PEDRO DA ALDEIA CONCEDE O GRÃO TITULO IMORTAL A ALDO MORAES
A Academia de Letras de São Pedro da Aldeia tem a suprema honra de anunciar um dos momentos mais solenes e aguardados de sua história: a outorga do Grão Título Imortal. Este marco indelével em nossa trajetória cultural celebra a perpetuidade da arte e da literatura, sendo um convite sublime para que mentes brilhantes inscrevam seus nomes nos anais eternos de nossa instituição, em uma consagração que transcende o tempo e as fronteiras. É o caso do maestro, escritor e jornalista Aldo Moraes nascido em Londrina/PR e atualmente radicado em Sergipe.
Como símbolo máximo dessa glória, os agraciados receberão a Insígnia de Grande Honra, materializada na exclusiva Moeda da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia. Forjada em metal nobre, esta peça dupla face é uma verdadeira obra de arte, ostentando em seus finos relevos o majestoso brasão de nossa Academia de um lado e, do outro, a efígie de nosso venerável patrono, Gabriel Joaquim. Cada detalhe foi cuidadosamente cunhado para refletir a tradição e a nobreza dos ideais que defendemos.
Trata-se de uma láurea concebida para atestar a absoluta superioridade artística, intelectual e cultural de quem a recebe. A grandiosidade desta honraria reside em sua extrema exclusividade: ela consagra uma elite incontestável, sendo destinada a apenas trinta artistas no Brasil e no exterior. Não haverá segundas edições ou novas tiragens. Receber esta insígnia é ascender a um patamar inigualável de prestígio, destacando-se de forma soberana e definitiva entre os seus pares para integrar um círculo restrito de notáveis que a história passará a reverenciar.
Acompanhando a preciosa relíquia em metal, será entregue um certificado oficial numerado, primorosamente redigido para eternizar a magnitude e a singularidade da obra do laureado. Para coroar o peso global desta distinção e chancelar a superioridade do talento homenageado, o documento contará com a assinatura de dez distintas autoridades internacionais. Convidamos os verdadeiros luminares de nossa cultura a vivenciarem este instante de consagração absoluta, onde o mérito excepcional e raro encontra a eternidade.
terça-feira, 20 de outubro de 2026
MUSICA E LITERATURA: O LEGADO DE MARIA HELENA DE OLIVEIRA MORAIS
Maria Helena de Oliveira Morais (1943–2024) deixou um importante legado cultural, social e humano, marcado pela valorização da memória das mulheres negras, pela preservação da história comunitária e pelo compromisso com a cultura e a cidadania em Londrina, no Paraná.
Sua trajetória foi marcada pela dedicação à comunidade, especialmente na região norte de Londrina, onde participou por mais de três décadas de ações sociais e culturais ligadas à Igreja Nossa Senhora da Glória, no Parque Ouro Verde. Também atuou como cantora amadora e escritora, encontrando na arte e na memória caminhos para valorizar histórias que muitas vezes permanecem invisíveis.
Um de seus principais legados foi a pesquisa “Memória da Mulher Negra Londrinense”, realizada em 2018 e publicada em formato de revista. Esse trabalho contribuiu para dar visibilidade às experiências, às lutas, às conquistas e à contribuição das mulheres negras para a sociedade, resgatando histórias atravessadas pelo racismo, pelo preconceito e pela desigualdade de oportunidades.
Em seu livro Minha cidade, meu bairro, minha vida, publicado em 2020, Maria Helena entrelaçou sua própria história com a formação e as transformações da Zona Norte de Londrina, destacando também as experiências de outras mulheres da comunidade. Sua obra transformou lembranças pessoais em patrimônio coletivo, mostrando como as histórias de vida ajudam a compreender a história de uma cidade. Em 2018 foi vencedora do Premio de Artes da Fundação Cultural Palmares pelos relevantes serviços prestados à cultura e história negra.
A importância de seu legado
O legado de Maria Helena permanece na valorização da identidade negra, no reconhecimento do protagonismo feminino e na preservação da memória das comunidades. Sua contribuição demonstra que registrar histórias, compartilhar experiências e fortalecer a cultura local são formas de combater o esquecimento e construir uma sociedade mais justa e consciente de sua diversidade.
Maria Helena de Oliveira Morais deixou mais do que livros e pesquisas: deixou um testemunho de resistência, pertencimento e amor pela comunidade. Sua história continua a inspirar novas gerações a reconhecer o valor das mulheres negras e a compreender que cada vida guarda uma parte essencial da memória coletiva.
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
SALVADOR: MORRE REGINA DO ACARAJÉ
Regina dos Santos Conceição, conhecida como Regina do Acarajé, morreu aos 74 anos, na manhã desta segunda-feira (19), em Salvador. A informação foi divulgada pela família da baiana através das redes sociais. Nascida em 7 de setembro de 1952, Regina era uma das baianas de acarajé mais famosas de Salvador. Ela tinha pontos de venda localizados na orla do Rio Vermelho, um dos maiores pontos turísticos da capital baiana, e no bairro da Graça.
Em uma publicação no perfil de Regina nas redes sociais, familiares prestaram uma homenagem à baiana e destacaram o amor, a generosidade e a fé que marcaram sua trajetória.
MONUMENTO A EXU BARÁ É DECLARADO PATRIMONIO CULTURAL DE PELOTAS
O Monumento a Exu Bará da Rua foi oficializado como patrimônio histórico, cultural e imaterial do município de Pelotas, no Rio Grande do Sul, por meio da Lei Ordinária Nº 7.611/2026, sancionada em 8 de outubro de 2026 pelo prefeito Fernando Marroni
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