Instituto Cultural Arte Brasil
Fundado em 1998, o Instituto Cultural Arte Brasil é uma OSC cultural com ações e projetos na cultura, esportes, meio ambiente e cidadania. Tem reconhecimento do Sesc, Minc, Rock In Rio, CESE, Itaú Social, Cenpec, Unicef, Instituto RPCom e Febrafite. Atuante na defesa, pesquisa e difusão da cultura brasileira, realiza ações arte-educativas e de combate ao racismo com adolescentes e jovens em conformidade com a Lei nº 10.639/2003 osc.artebrasil@gmail.com https://www.instagram.com/batuque_nacaixa/
domingo, 2 de agosto de 2026
PERFIL: QUEM FOI A INTELECTUAL NEGRA BEATRIZ NASCIMENTO
Maria Beatriz Nascimento (1942–1995) foi uma marcante historiadora, professora e ativista brasileira. Nascida em Aracaju (Sergipe), ela se tornou uma das maiores referências no estudo dos quilombos, da diáspora africana e do racismo no país
FRENTE NEGRA BRASILEIRA: O QUE FOI
A Frente Negra Brasileira (FNB) foi a mais importante organização do movimento negro no Brasil na primeira metade do século XX. Fundada em 1931 em São Paulo por líderes como Arlindo Veiga dos Santos e José Correia Leite, a entidade lutou contra o racismo, promoveu a educação e virou partido político antes de ser fechada em 1937.
1 DE AGOSTO: DIA DO MARACATU
O Dia Nacional do Maracatu é celebrado em 1º de agosto, data que marca o nascimento do Mestre Luís de França e homenageia a tradição do Maracatu Leão Coroado
PORTO ALEGRE: DOCUMENTÁRIO ABORDA O BARÁ DO MERCADO
O Bará do Mercado é um ponto sagrado e o Orixá assentado no cruzamento dos corredores centrais do Mercado Público de Porto Alegre, reconhecido como patrimônio cultural da cidade. Para as religiões de matriz africana como o Batuque e a Umbanda, ele representa o senhor dos caminhos, da fartura e da prosperidade
LINK https://www.youtube.com/watch?v=VDJ7Bon9OSg
GENERO: CASSANDRA RIOS, A ESCRITORA MAIS CENSURADA DA DITADURA
O nome de Cassandra Rios entrou no ostracismo em meados dos anos 1980, mas ainda ressoa forte em muitas gerações. Foi uma prolífica autora de romances eróticos – ela rechaçava o adjetivo de “pornográfica”, que era como os censores classificavam sua obra. Chegou a dizer que eram “livros de amor”. Mesmo assim, Cassandra Rios foi a escritora mais censurada pela ditadura militar. Até 1985, 37 dos seus livros haviam sido, em algum momento, retirados do mercado. A editora CBS, que editava suas publicações, chegou a ser fechada pelos militares. A censura não era algo novo para Cassandra.
sábado, 1 de agosto de 2026
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