Instituto Cultural Arte Brasil
Fundado em 1998, o Instituto Cultural Arte Brasil é uma OSC cultural com ações e projetos na cultura, esportes, meio ambiente e cidadania. Tem reconhecimento do Sesc, Minc, Rock In Rio, CESE, Itaú Social, Cenpec, Unicef, Instituto RPCom e Febrafite. Atuante na defesa, pesquisa e difusão da cultura brasileira, realiza ações arte-educativas e de combate ao racismo com adolescentes e jovens em conformidade com a Lei nº 10.639/2003 osc.artebrasil@gmail.com https://www.instagram.com/batuque_nacaixa/
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
COM GRAZZY MASSAFERA: DONA BEIJA ESTREIA NA HBO MAX
A releitura de "Dona Beja", protagonizada por Grazi Massafera, estreou em 2 de fevereiro de 2026 na HBO Max. A novela narra a história de Ana Jacinta de São José, mulher que desafia convenções sociais do século XIX, transformando sua sexualidade em poder após ser sequestrada. Com 40 capítulos, a produção é uma aposta internacional da plataforma.
INSTITUTO NACIONAL DO CANCER LANÇA CARTILHA "SAUDE COM AXÉ"
O INCA lançou a cartilha "Saúde com Axé: mulheres negras e prevenção do câncer" em janeiro de 2026, focada em abordar o racismo como determinante de saúde. Desenvolvida com mulheres de terreiros de candomblé no Rio de Janeiro, a publicação visa promover a prevenção do câncer, considerando saberes ancestrais, espiritualidade e o fortalecimento do autocuidado.
ORIGENS DO SAMBA E CHORO: QUEM FOI TIA CIATA
O samba originou-se no Brasil no final do século XIX, com raízes profundas nos batuques e danças de umbigada (como o semba) trazidos pelos africanos escravizados, especialmente de Angola. Desenvolveu-se na Bahia, mas consolidou-se como gênero urbano no Rio de Janeiro no início do século XX, com forte influência do lundu, maxixe e samba de roda.
A roda de choro tem origem no Rio de Janeiro, por volta de 1870, surgindo como um jeito brasileiro de tocar ritmos europeus (polca, valsa, schottisch) com o suingue e a síncope de matriz africana, como o lundu. O choro, considerado o primeiro gênero instrumental urbano do Brasil, consolidou-se através da mistura de flauta, violão e cavaquinho em reuniões informais e saraus, com destaque para o músico Joaquim Callado e, posteriormente, Pixinguinha.
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