Fundado em 1998, o Instituto Cultural Arte Brasil é uma OSC cultural com ações e projetos na cultura, esportes, meio ambiente e cidadania. Tem reconhecimento do Sesc, Minc, Rock In Rio, CESE, Itaú Social, Cenpec, Unicef, Instituto RPCom e Febrafite. Atuante na defesa, pesquisa e difusão da cultura brasileira, realiza ações arte-educativas e de combate ao racismo com adolescentes e jovens em conformidade com a Lei nº 10.639/2003 osc.artebrasil@gmail.com https://www.instagram.com/batuque_nacaixa/
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
SHOW CHICO: A IDÉIA QUANDO GUINGA
O Show "Chico: A Idéia Quando Guinga!" é um espetáculo montado para mostrar ao público músicas de Chico Buarque de Hollanda e de Guinga, o repertório é formado de músicas com riquezas harmônicas e poéticas com letras de extremo lirismo e de melodias grandiosas como "O Futebol, Carioca, Cata-vento e o Girassol, Saci, Senhorinha entre outras destes dois grandes mestres da nossa música. O repertório feito por Jaime Santos & Duo Ginga vem como um desafio de execução das obras destes dois grandes monstros sagrados da MPB. No entanto, não foi só por que são grandes músicas que foram escolhidas, mas sim porque o grupo já trabalha com elas a muito tempo e por isto uma identidade maior, enfim é uma troca de passes. Para Mané, para Didi, para Mané, Mané para Didi para Pagão, para Pelé e o Canhoteiro!
Um grande abraço a todos.
Jaime Santos.
Moca Produtora
www.mocaprodutora.com.br ou www.musicmadeinbrazil.com
quinta-feira, 19 de maio de 2011
UM PARA-LAMA E 50 VELAS

Há personalidades que a gente admira sem ter pertencido à sua época. Admiro e sou fã incondicional de Bach, Mozart, Beethoven, Carlos Gomes, Padre Maurício e Villa Lobos. De Pixinguinha, Noel e Cartola. De Jobim, Roberto Carlos, Pelé, Gandhi e Cristo.
Se bem que alguns são nossos contemporâneos, mas suas carreiras se deram quando nem éramos nascidos. E, no entanto estamos ali, conectados pela fé inabalável na força da criação e do amor.
Quando o primeiro disco dos pára-lamas do Sucesso surgiu, em 1983, eu era um garoto e curti aquele som meio ska, meio rock, que um guitarrista de óculos, magro e dado a questionar as mazelas políticas do Brasil, fazia junto com mais 2 rapazes brancos. O disco se chamava Cinema Mudo e era ( é ) meio bobo, mas marcava o início do que viria a ser conhecido como o rock nacional dos anos 80.
O tal cara é Herbert Vianna, que lançaria em 1984, O Passo do Lui, em que a maioria das composições eram suas e que conquistaria a maturidade ( ele e o grupo) no conceitual Selvagem. Lembro-me que ouvi o Selvagem pela primeira vez na casa de um amigo do Senai ( éramos um grupo de uns 8 ou 10 garotos, a se reunir todo sábado à noite para cultuar e analisar os lançamentos e os nomes que surgiam no cenário da música em todos os gêneros). Ali, na casa do William, ouvimos os primeiros Legião, Titãs, Lobão, Kid Abelha, Plebe Rude, Léo Jaime, RPM e claro Os pára-lamas.
Este disco de 1986, intrigava já na faixa de abertura ( Alagados ) que trazia a participação de Gilberto Gil, também parceiro do grupo em "A novidade". Traz também a primeira colaboração do pianista e tecladista João Fera, uma imagem rara de negro no rock. As pegadas já definidas num ska/carimbó, a presença marcante do reggae e a força do power trio que sempre me impressionou no grupo. As letras para lá de conceituais: Teerã, A novidade, Alagados, O homem, Selvagem...
Letras que diziam não às guerras civis, não à proibição do filme”Je vous salue Marie” no Brasil, não à crenças fundamentalistas, não à fome e à condição das palafitas e favelas. E isto tudo nos fazia; apesar dos parcos meios de informação da época; pesquisar história, filosofia, política, religião e geografia.
O bacana em Herbert é que a exemplo de Cazuza, ele já dava os primeiros sinais de um namoro firme com a tradição da MPB. E, em ambos, isto veio a fortalecer a própria geração musical de que faz parte. Em pleno boom do rock e por iniciativa de Herbert, Os Para-Lamas regravam Tim Maia( você) e Jorge Benjor ( Charles Anjo 45).
Em 1988 e 1989, os discos Bora Bora e Bing Bang vem acentuar esta fusão de ritmos ( reggae, rock, ska, samba, coco ) e efetiva o talento de Vianna para baladas românticas, que teriam inúmeras gravações por intérpretes da MPB. Aí estão, nestes discos: a regravação de 1 x 1; as canções Lanterna dos afogados e Quase um segundo; a inspiração em personagens de Jorge Amado; as ritmadas Bora Bora e Cachorro rabugento. Esta última tem a interessante brincadeira musical de fazer os instrumentos cantarem a melodia, enquanto a voz”recita” uma alusão à mesma.
Os discos Os grãos e Severino são os mais conceituais da carreira, tiveram baixa vendagem, mas representam a coragem e o amadurecimento do grupo, onde se radicalizam propostas novas de fusão e de uma plástica abstrata ( em ritmos, arranjos e letras). As experiências servem para que os próximos discos, mais palatáveis, introduzam elementos testados em produções mais experimentais.
Até que em 4 de fevereiro de 2011, Herbert sofre um acidente aéreo em Mangaratiba, RJ, quando o ultraleve que pilotava caiu no mar, devido a um problema de fabricação na baía de Angra dos Reis. No acidente, sua esposa Lucy morre e o músico fica internado durante 44 dias, parte deles em estado de coma. Vianna fica paraplégico e perde parte da memória depois do acidente, porém, em um processo de recuperação gradual, retoma a carreira, voltando aos palcos, e já tendo gravado quatro álbuns após o acidente: Longo Caminho (2002, preparado antes do acidente), Uns Dias ao Vivo (2004, ao vivo), Hoje (2005) e Brasil Afora (2009).
Mas a trajetória de Hebert Vianna, que completou 50 anos em 4 de maio último, inclui também álbuns solos, em que está mais solto e à vontade para novas formas e gêneros musicais:
1992: Ê Batumaré
1997: Santorini Blues
2000: O Som do Sim (com participações de vários convidados, como Fernanda Takai, Zélia Duncan, Cássia Eller, Sandra de Sá e Nana Caymmi).
E há as canções ( sobretudo baladas) que escreveu especialmente para artistas, como Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Marina Lima, Ana Carolina, Marisa Monte, Paulo Ricardo e Dulce Quental. Nelas ( como: Milagres, Só pra te Mostrar, Sempre Te Quis, Caleidoscópio, Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim, A Lua Que Eu Te Dei, Vem Pra Mim, O Amor Não Sabe Esperar e Nada por mim) expõe sua visão poética sobre a vida, o amor, a felicidade, a eternidade, o efêmero, e a arte.
O compositor, cantor e guitarrista Herbert Vianna chega aos 50 anos, como um músico realizado e cuja importância para a música popular do Brasil pode ser medida pelas interpretações que cantores de diferentes gerações e gêneros emprestam às suas canções. Suas idéias de fusão e de pesquisa sobre os ritmos do nordeste brasileiro mostraram-se viáveis e foram referências para muita coisa que se fez após os anos 80, no universo pop.
Além disto, o exemplo de superação e o retorno aos palcos, como um ser em franco processo de amadurecimento e com muito a contribuir e surpreender em nossa música.
Uma vez, lá na efervescência dos anos 80 e na contramão das influências do rock/pop inglês, ele afirmou à Revista Bizz que” o futuro da música é negro”. O tempo passou e o futuro é hoje. Quem vai dizer que Herbert não tinha razão ?
Aldo Moraes ( compositor )
composermoraes@hotmail.com
PRÊMIO LONDRINA DE ARTES PLÁSTICAS
Inscrições abertas para o 1º Prêmio Londrina de Arte Contemporânea
A arte contemporânea brasileira acaba de ganhar mais um cenário para suas exposições. E a cidade de Londrina, que sempre se destacou por sua diversidade cultural será o palco do 1o. Prêmio Londrina de Arte Contemporânea, que será realizado entre os dias 29 de outubro e 26 de novembro, no Museu de Arte de Londrina.
As inscrições para o evento já estão abertas. Poderão se inscrever artistas visuais brasileiros ou naturalizados, residentes no país. A exposição tem como objetivo reunir trabalhos nacionais representativos da Arte Contemporânea e as obras deverão obrigatoriamente abordar o tema: “A Arte em Defesa da Terra: Urgente”.
Cada artista poderá inscrever até três obras em quaisquer categorias da arte contemporânea com fichas de inscrição distintas para cada uma delas.
As fichas deverão ser baixadas no site do evento (www.artecontemporanealondrina.com.br) preenchidas, assinadas e enviadas em PDF, para email contato@artecontemporanealondrina.com.br até o dia 31 de julho, quando se encerra o prazo para as inscrições, totalmente gratuitas.
Premiações
Os expositores podem ser beneficiados com os prêmios de R$ 5 mil para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro, além da categoria “Menção Honrosa” paro o quarto colocado.
Seminário
A programação do 1º Salão de Arte Contemporânea de Londrina ainda inclui um seminário para professores, estudantes, profissionais de arte, e pessoas da comunidade londrinense, que será realizado nos dias 27 e 28 de outubro, no Anfiteatro do CCB, na Universidade Estadual de Londrina (UEL).
No primeiro dia, o professor Jardel Dias Cavalcanti comandará mesa redonda, seguida de conferência, com foco no tema “Arte Contemporânea, educação e meio ambiente”. No segundo e último dia, o debate em forma de seminário, constituído de mesa redonda e conferência, com o tema “Diálogos entre Land Art, Arte e Ecologia, Sky Art e Arte e Sustentabilidade”.
A coordenação será da professora Priscila Arantes, diretora do Paço das Artes de São Paulo. Serão 150 vagas para cada palestra e as inscrições são gratuitas.
Contato para entrevistas: Marcos Costa – organizador do evento
Assessoria de Imprensa
Jornalista Responsável – Rafael Souza
(43) 9600-7125
Roberto Carlos 70 anos Idolo Popular

Roberto Carlos é o único artista latino-americano a superar a barreira dos 100 milhões de cópias vendidas (comprovadamente 120 milhões). Perto dele, na América latina, só a cubano-americana Gloria Estefan com pouco mais de 90 milhões. Roberto Carlos é ídolo em países como México, Chile e Argentina, além de países europeus como Itália e Espanha.
Em 1999 Roberto Carlos havia alcançado a marca de 80 milhões de discos vendidos. Uma prova incontestável de sua aceitação popular. De lá pra cá, mesmo com toda tecnologia favorável à pirataria que contribui para a crise das gravadoras com a queda da venda de CDS, Roberto Carlos vendeu mais 40 milhões de discos, ou seja, na última década Roberto Carlos vendeu mais do que muitos artistas em suas carreiras.
Roberto Carlos e o cantor espanhol Júlio Iglesias, são os dois maiores astros da música latina de todos os tempos.

