sábado, 3 de abril de 2021

COVID: AGNALDO TIMÓTEO MORRE AOS 84 ANOS

 


O cantor Agnaldo Timóteo, uma das vozes mais conhecidas da música romântica brasileira, morreu de Covid, após 21 dias de internação, neste sábado (3) no Rio. Ele tinha 84 anos.

O cantor iniciou a carreira na década de 1960 e se consolidou com canções românticas. Na política, teve mandatos como deputado federal e vereador em São Paulo e no Rio de Janeiro.


Agnaldo Timóteo Pereira, mais conhecido como Agnaldo Timóteo, nasceu em Caratinga, no interior de Minas Gerais, em 16 de outubro de 1936.

Apaixonado por música desde cedo, se apresentava em circos itinerantes que chegavam à cidade.

Timóteo passou a cantar em programas de calouro em rádios de Caratinga, Governador Valadares e Belo Horizonte. Ele conciliava as apresentações com o trabalho de torneiro mecânico. Em Minas, interpretava canções de Cauby Peixoto e ficou conhecido como “Cauby mineiro”.


Na década de 1960, se mudou para o Rio de Janeiro atrás de oportunidades na música e começou a trabalhar como motorista da cantora Ângela Maria.

Timóteo gravou seu primeiro disco após indicação da cantora em 1961, mas demorou a estourar.


A projeção veio após participação no programa de Jair de Taumaturgo na TV Rio, quando ganhou todos os prêmios do programa e foi contratado pela gravadora EMI-Odeon.

Com o LP "Surge um Astro", emplacou o hit "Mamãe" (versão de "La Mamma", de Charles Aznavour) e passou a participar do programa “Jovem Guarda”. O início da carreira foi todo focado em versões de sucessos internacionais.

Com o álbum “Obrigado Querida”, lançado em 1967, alcançou o primeiro lugar nas gravadoras do país e seu primeiro grande hit foi “Meu grito”, canção de Roberto Carlos. Gravou mais de 50 discos.




sexta-feira, 2 de abril de 2021

ENVELHECER NA PANDEMIA É TEMA DO PROGRAMA NEM MAIS NEM MENOS

 



Domingo 04/04 ao vivo, das 8h às 10h, o Programa Nem Mais Nem Menos da Rádio Brasil Sul, com Sueli Galhardi, Zezinho Fisioterapeuta e, convidado, Ferdinando Zapparoli, traz o tema: 


“As várias faces da COVID-19: envelhecer durante a pandemia"*


Participação especial 


1) Dácio Villar

Economista

Especializado em pedagogia do trabalho.

Desenvolvendo pesquisas e projetos para o envelhecimento ativo e sustentável.


Acesse:

www.radiobrasilsul.com.br e assista ao vivo 

WhatsApp 99910-0510 ou ainda pelo telefone (43)3378-2100.

MORRE O MÚSICO LAFAYETTE COELHO

 


   O tecladista Lafayette Coelho, que fez parte dos discos mais importantes da Jovem Guarda, na década de1960, morreu aos 79 anos no Rio de Janeiro.

Amigo de infância de Erasmo Carlos, ele acompanhou Neil Sedaka e Jimmy Cliff em turnês pelo Brasil. Conhecido por ser o "órgão" da Jovem Guarda, o música lançou a série Lafayette Apresenta os Sucessos.  Em 2004 o grupo Autoramas criou a banda Lafayette e Os Tremendões, formada após Gabriel Thomaz ver uma apresentação do tecladista e convidá-lo para os ensaios do projeto, que até então se chamava Os Tremendões. Lafayette entrou no grupo, que mudou de nome e lançou um único CD em 2009, As 15 Super Quentes de Lafayette & os Tremendões.


MORRE ATRIZ AMY JONHSTON

 


A atriz Amy Johnston, que interpretou Cindy Lou, a namorada do roqueiro Buddy Holly no cinema, em “A História de Buddy Holly” (1978), morreu em 17 de março, em sua casa em West Fork, Arkansas, após uma longa batalha contra o câncer. Ela tinha 66 anos.

Johnston fez sua estreia nas telas em 1977 em um episódio de duas partes da série “Welcome Back, Kotter”, como interesse romântico do personagem de John Travolta.

Sua personagem em “A História de Buddy Holly” foi criada especialmente para o filme, que tomou muitas liberdades para narrar a vida do famoso roqueiro dos anos 1950. Na trama, Cindy Lou tenta convencer Holly de abandonar a música para ir para a faculdade.

O filme fez muito sucesso e até rendeu indicação ao Oscar para Gary Busey, intérprete de Buddy Holly.

Graças à repercussão, a atriz foi escalada como protagonista de sua primeira série, “Brothers and Sisters”, uma comédia universitária exibida pela rede NBC em 1979, inspirada no filme “Clube dos Cafajestes” (1978). Entretanto, a atração durou apenas 12 episódios.

Johnston também apareceu nos filmes “Rooster: Spurs of Death!” (1976), “Jennifer” (1977) e em episódios de “As Panteras”, “Cagney & Lacey” e “O Homem que Veio do Céu”, antes de abandonar as telas e passar a dar aulas de teatro em uma faculdade perto de sua casa em Arkansas.

EDIÇÃO MULHER 2021: CIRCUITO INTERNACIONAL DE POEMAS DESTACA AUTORAS DE PORTUGAL, BRASIL E EUA


 O circuito destaca nesta edição especial autoras do Brasil (SP, PR. SE, MG, ES, RJ), Portugal e Estados Unidos.

Os poemas completos estão em: www.batuquenacaixa.blogspot.com

quinta-feira, 1 de abril de 2021

MORRE O ATOR JOÃO ACAIBE

 


O ator João Acaiabe, de 79 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira (1) em São Paulo.  Ele havia sido diagnosticado com Covid-19 e estava internado desde o último dia 15 em um hospital da Prevent Senior, na capital paulista.

Ator, diretor e locutor, ele ficou conhecido por seus papéis como Chef Chico, no remake de Chiquititas, e Tio Barnabé, no Sítio do Picapau Amarelo.

POP: MORRE MÚSICO SUIÇO PATRICK JUVET

 O cantor suíço Patrick Juvet, que ficou famoso nos anos 1970 com a música disco "Où sont les femmes ?", morreu aos 70 anos, anunciou nesta quinta-feira (1º) à AFP seu agente, Yann Ydoux.

(Arquivo) O cantor suíço Patrick Juvet, fotografado em 1º de março de 1980© - (Arquivo) O cantor suíço Patrick Juvet, fotografado em 1º de março de 1980

O corpo do artista foi encontrado em um apartamento de Barcelona, no nordeste da Espanha. As causas da morte ainda não foram esclarecidas. "Será feita uma autópsia, falei com ele por telefone há três dias, me pareceu que estava bem", disse seu agente.

Juvet residia em Paris, mas costumava visitar Barcelona e Suíça.

A canção "Où sont les femmes ?", que foi um grande sucesso, estava no álbum de 1977 "Paris by Night".