sexta-feira, 7 de outubro de 2016

GRANDE PREMIO DO CINEMA BRASILEIRO 2016

O grande vencedor do 15º Prêmio do Cinema Brasileiro na noite desta terça-feira (4), no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, foi "Que horas ela volta?", com sete troféus Grande Otelo, entre eles o de melhor longa-metragem de ficção.

O filme de Anna Muylert também foi ganhador nas categorias melhor direção, melhor atriz, melhor atriz coadjuvante, melhor montagem ficção, melhor roteiro original e melhor longa-metragem ficção (Voto Popular).

"Chatô- O rei do Brasil', de Guilherme Fontes, venceu em cinco categorias: melhor roteiro adaptado, melhor figurino, melhor maquiagem, melhor direção de arte e melhor ator.

O evento começou por volta das 21h30, após atraso devido à chuva.

O grande homenageado da noite foi o diretor Daniel Filho, que tem no currículo mais de 86 novelas, 51 minisséries e seriados, além de 18 musicais e 108 filmes.

Veja a lista completa dos finalistas e vencedores do 15º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (os ganhadores estão marcados em negrito).

Melhor longa-metragem de ficção
"A história da eternidade", de Camilo Cavalcanti
"Ausência", de Chico Teixeira
"Califórnia", de Marina Person
"Casa grande", de Fellipe Gamarano Barbosa
"Chatô – O rei do Brasil", de Guilherme Fontes
"Que horas ela volta?", de Anna Muylaert
"Sangue Azul", de Lírio Ferreira
"Tudo que aprendemos juntos", de Sérgio Machado

Melhor longa-metragem documentário
"Betinho, a esperança equilibrista", de Victor Lopes
"Campo de jogo", de Eryk Rocha
"Cássia Eller", de Paulo Henrique Fontenelle
"Chico – Artista brasileiro", de Miguel Faria Jr
"Últimas conversas", de Eduardo Coutinho

Melhor longa-metragem comédia
"Infância", de Domingos Oliveira
"Pequeno dicionário amoroso 2", de Sandra Werneck
"S.O.S. mulheres ao mar 2", de Cris D’Amato
"Sorria, você está sendo filmado", de Daniel Filho
"Super pai", de Pedro Amorim

Melhor longa-metragem animação
"Até que a Sbórnia nos separe", de Otto Guerra
"Ritos de passagem", de Chico Liberato

Melhor direção
Anna Muylaert ("Que horas ela volta?")
Camilo Cavalcanti ("A história da eternidade")
Chico Teixeira ("Ausência")
Daniel Filho ("por Sorria, você esta sendo filmado")
Eduardo Coutinho ("Últimas conversas")
Eryk Rocha ("Campo de jogo")
Fellipe Gamarano Barbosa ("Casa grande")
Regina Casé com os filhos (Foto: Patricia Teixeira/G1)Regina Casé com os filhos. Ela venceu na categoria Melhor atriz (Foto: Patricia Teixeira/G1)
 
Melhor atriz
Alice Braga ("Muitos homens num só")
Andréa Beltrão ("Chatô – O rei do Brasil")
Dira Paes ("Órfãos do Eldorado")
Fernanda Montenegro ("Infância")
Marcélia Cartaxo ("A história da eternidade")

Regina Casé ("Que horas ela volta?")
Melhor ator
Daniel de Oliveira ("A estrada 47")
Irandhir Santos ("Ausência")
João Miguel ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Lázaro Ramos ("Tudo que aprendemos juntos")
Marco Ricca ("Chatô – O rei do Brasil")

Melhor atriz coadjuvante
Camila Márdila ("Que horas ela volta?")
Fabiula Nascimento ("Operações especiais")
Georgiana Goes ("Casa grande")
Karine Teles ("Que horas ela volta?")
Leandra Leal ("Chatô – O rei do Brasil")

Melhor ator coadjuvante
Ângelo Antônio ("A floresta que se move")
Chico Anysio ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Claudio Jaborandy ("A história da eternidade")
Lourenço Mutarelli ("Que horas ela volta?")
Marcello Novaes ("Casa grande")

Melhor direção de fotografia (empate)
Adrian Teijido ("Órfãos do Eldorado")
Bárbara Alvarez ("Que horas ela volta?")
José Roberto Eliezer ("Chatô – O rei do Brasil")
Lula Carvalho ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Mauro Pinheiro Jr ("Sangue azul")

Melhor roteiro original
Adirley Queirós ("Branco sai, preto fica")
Anna Muylaert ("Que horas ela volta?")
Camilo Cavalcanti ("A história da eternidade")
Fellipe Gamarano Barbosa e Karen Sztajnberg ("Casa grande")
Vicente Ferraz ("A estrada 47")

Melhor roteiro adaptado
Domingos de Oliveira ("Infância")
Guilherme Coelho ("Orfãos do Eldorado")

Guilherme Fontes, João Emanuel Carneiro e Matthew Robbins ("Chatô – O rei do Brasil")
Lusa Silvestre e Marcelo Rubens Paiva ("Depois de tudo")
Manuela Dias e Vinícius Coimbra ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Marcos Jorge ("O duelo")

Melhor direção de arte
Ana Mara Abreu ("Califórnia")
Ana Paula Cardoso ("Casa grande")

Gualter Pupo ("Chatô – O rei do Brasil")
Julia Tiemann ("A história da eternidade")
Juliana Carapeba ("Sangue azul")
Marcos Pedroso e Thales Junqueira ("Que horas ela volta?")

Melhor figurino
André Simonetti e Claudia Kopke ("Que horas ela volta?")
Beth Pilipecki e Reinaldo Machado ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Elisabetta Antico ("A estrada 47")
Gabriela Campos ("Casa grrande")
Letícia Barbieri ("Califórnia")

Rita Murtinho ("Chatô – O rei do Brasil")
Melhor maquiagem
Anna Van Steen ("Califórnia")
Auri Mota ("Casa grande")
Federico Carrette e Vicenzo Mastrantonio ("A estrada 47")

Maria Lucia Mattos e Martín Macias Trujillo ("Chatô – O rei do Brasil")
Tayce Vale e Vavá Torres ("A hora e a vez de Augusto Matraga")

Melhor efeito visual
Bernardo Alevato e Isadora Hertz ("Órfãos do Eldorado")
Guilherme Ramano ("Que horas ela volta?")
Marcelo Siqueira ("Linda de morrer")
Marcos Cidreira "Chatô – O rei do Brasil")

Robson Sartori ("A estrada 47")
Melhor montagem ficção
Alexandre Boechat ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Felipe Lacerda e Umberto Martins ("Chatô – O rei do Brasil")
Karen Harley ("Órfãos do Eldorado")

Karen Harley ("Que horas ela volta?")
Mair Tavares ("A estrada 47")

Melhor montagem documentário
Carlos Nader e André Braz ("Homem comum")

Diana Vasconcellos ("Chico – Artista brasileiro")
Paulo Henrique Fontenelle ("Cássia Eller")
Pedro Asbeg, EDT e Victor Lopes ("Betinho, a esperança equilibrista")
Rodrigo Pastore ("Cauby – Começaria tudo outra vez")

Melhor som
Acácio Campos, Bruno Armelim, Gabriela Cunha, Júlio César, Eric Ribeiro Christani e Caetano Cotrim ("Cássia Eller")

Bruno Fernandes e Rodrigo Noronha ("Chico – Artista brasileiro")
Evandro Lima, Waldir Xavier e Damião Lopes ("Casa grande")
Gabriela Cunha, Miriam Biderman, ABC, Ricardo Reis e Paulo Gama ("Que horas ela volta?")
José Moreau Louzeiro e Aurélio Dias ("A hora e a vez de Augusto Matraga")
Mark Van Der Willigen, Marcelo Cyro, Pedro Lima e Sérgio Fouad ("Chatô – O rei do Brasil")

Melhor trilha sonora original
Alexandre Guerra e Felipe de Souza ("Tudo que aprendemos juntos")
Alexandre Kassin ("Ausência")
Fábio Trummer e Vitor Araújo ("Que horas ela volta?")
Patrick Laplan e Victor Camelo ("Casa grande")

Zbgniew Preisner ("A história da eternidade")
Zeca Baleiro ("Oração do amor selvagem")

Melhor trilha sonora
Los Hermanos ("Esse é só o começo do fim das nossas vidas")

Luiz Claudio Ramos, a partir da obra de Chico Buarque ("Chico – Artista brasileiro")
Luiz Avellar ("A estrada 47")
Nelson Hoineff, a partir da obra de Cauby Peixoto ("Cauby – Começaria tudo outra vez")
Paulo Henrique Fontenelle, a partir da obra de Cássia Eller ("Cássia Eller")

Melhor longa-metragem estrangeiro
"Birdman ou (A inesperada virtude da ignorância)", de Alejandro G. Iñarritu
"Leviatã", de Andrey Zvyagintsev

"O sal da terra", de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado
"Olmo e a gaivota", de Petra Costa e Lea Glob
"Whiplash – Em busca da perfeição", de Damien Chazell

Melhor curta-metragem de animação
"Até a China", de Marão

"Égun", de Helder Quiroga
"Giz", de Cesar Cabral
"O quebra-cabeça de Tárik", de Maria Leite
"Virando gente", de Analúcia Godoi

Melhor curta-metragem documentário
"A festa dos cães", de Leonardo Mouramateus
"Cordilheira de amora II", de Jamille Fortunato
"De profundes", de Isabela Cribari
"Entremundo", de Renata Jardim e Thiago B. Mendonça
"Retrado de Carmen D.", de Isabel Joffily

"Uma família ilustre", de Beth Formaggini
"Praça de guerra", de Edimilson Gomes

Melhor curta-metragem ficção
"História de uma pena", Leonardo Mouramateus
"Loïe e Lucy", de Isabella Raposo e Thiago Brito
"Outubro acabou", de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
"Quintal", Andrés Novais

"Rapsódia de um homem negro", de Gabriel Martins
Guilherme Fontes, diretor de 'Chatô', segundo mais premiado da noite (Foto: Cristina Granato/Divulgação)Guilherme Fontes, diretor de 'Chatô', segundo mais premiado da noite (Foto: Cristina Granato/Divulgação)

CENTRO DE TRADIÇÕES NORDESTINAS COMPLETA 25 ANOS


http://ctn.org.br/

MUSICOLOGO MARCUS GOÉS MORRE NO RIO

Marcus Góes nasceu em 12 de janeiro de 1939, no Rio de Janeiro, mesma cidade onde em 31 de agosto de 2016, veio a falecer.

Desde jovem se viu às voltas com a música clássica: cantou em coral no Brasil e na Europa durante num bom tempo, onde estudou e criou um conhecimento bastante profundo sobre balé, ópera e música de concerto.

Sempre muito polêmico, escreveu bastante para o nosso site, levantando questões que suscitavam a intervenção de nossos leitores, concordando ou discordando, mas sempre com a mesma veemência com que ele se posicionava.

Advogado internacional, musicólogo, crítico de música e dança e pesquisador, Marcus escreveu mais de 12 livros sobre musicologia e história do Brasil, mas, principalmente sobre Carlos Gomes, de quem era, com reconhecimento mundial, o maior biógrafo. Tem livros publicados também no exterior.

Alguns livros de Marcus:

– Carlos Gomes – documentos comentados
– Dom João – o trópico coroado
– Carlos Gomes – a força indômita
– Teatro Municipal do Rio de Janeiro – cem anos de cisnes e trovadores
– Carmen, de Bizet – grandes óperas

terça-feira, 4 de outubro de 2016

JORNAL CÂNDIDO LANÇA CONCURSO DE CONTOS

O Cândido vai selecionar 12 jovens autores (entre 18 e 30 anos), nascidos ou radicados no Paraná, para integrar uma coletânea de contos que será publicada pelo selo Biblioteca Paraná. As inscrições já estão abertas e seguem até 16 de outubro. Cada autor pode participar com apenas um texto, que deve ser totalmente inédito, incluindo publicação na internet. 

O conto deve ter entre 5 e 15 mil caracteres (fonte Times New Roman, 12, espaço 1,5). A seleção será feita pela equipe do Cândido. A inscrição é feita exclusivamente pelo e-mail: jornalcandido@bpp.para.gov. br. 

Juntamente com o texto, o candidato deve enviar cópia do RG, comprovante de residência, telefone e uma breve biografia, de três a cinco linhas, contendo as seguintes informações: local de nascimento, cidade em que vive atualmente e ocupação. O resultado será anunciado na página da Biblioteca Pública do Paraná no mês de novembro.

OS MUITOS E O UM REPERCUTEM ARTE CONTEMPORÂNEA NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE

De 4 setembro a 23 outubro

O título “Os muitos e o um” pauta o fundamento desta primeira exposição organizada a partir de uma das maiores e mais importantes coleções de arte no Brasil: “Andrea e José Olympio Pereira”. Na condução da curadoria, o consagrado crítico norte-americano Robert Storr, com o apoio de Paulo Miyada, curador do Instituto Tomie Ohtake, optou por privilegiar obras individualmente vigorosas, com potência própria, independentemente de possíveis diálogos que possam estabelecer com os demais trabalhos e produções reunidos. 
“Cada uma destas decisões foi tomada após exame das qualidades especiais e pontos fortes de uma obra exclusiva, mesmo quando se considera seu lugar em um contexto mais amplo composto por outras obras do mesmo artista, conjuntos de obras de outros artistas de orientação semelhante e a obra completa de artistas de estilos e convicções evidentemente diferentes e possivelmente contrários”, afirma Storr.
Para a exposição, que ocupará todos os espaços expositivos do Instituto Tomie Ohtake, o curador selecionou cerca de trezentas peças – pintura, desenho, escultura, instalação e vídeo – de mais de cem artistas brasileiros, entre as mais de duas mil obras nacionais e internacionais pertencentes ao acervo particular. Segundo ele, trata-se de um conjunto que, além de sua monumentalidade, dispõe de trabalhos icônicos da produção de muitos artistas. A mostra, portanto, proporciona um olhar afinado sobre o panorama artístico contemporâneo brasileiro e seu momento anterior, ao focalizar a produção dos anos 1950 até hoje. “Estamos vivendo uma era pluralista e também um momento de excepcional diversidade e hibridez [...] Em lugar algum este pluralismo é mais rico, heterogêneo e fecundo do que nas Américas; em nenhum lugar das Américas há maior efervescência artística de todos os tipos do que no Brasil”.
No elenco, integram um núcleo histórico nomes como Alfredo Volpi, Ivan Serpa, Lygia Clark, Lygia Pape, Mira Schendel, Willys de Castro, Helio Oiticica, Amilcar de Castro e Geraldo de Barros. Já no eixo central da exposição, que engloba os anos 1970 a 1990, há artistas que se destacam pela importância que desempenham na coleção, seja pelo volume de trabalhos, seja pelo papel que assumem na narrativa da arte contemporânea ou ainda pela variedade de suportes e linguagens que exploram, como Waltercio Caldas, Iran Espírito Santo, Anna Maria Maiolino, Paulo Bruscky, Miguel Rio Branco, Adriana Varejão, Tunga, Carmela Gross, Claudia Andujar, Luiz Braga, Leonilson, Jac Leirner, José Resende, Daniel Senise, Sandra Cinto, Ernesto Neto, Paulo Monteiro, Marcos Chaves, Rivane Neuenschwander, Rosangela Rennó, entre outros. Por fim, completa a mostra uma seleção de artistas que despontaram mais recentemente, indicando os desdobramentos e caminhos possíveis da arte contemporânea, como Erika Verzutti, Marina Rheingantz, Daniel Steegman, André Komatsu, Eduardo Berliner, Tatiana Blass e Bruno Dunley.
Robert Storr, artista, crítico e curador, foi o primeiro americano a ser nomeado diretor de artes visuais da Bienal de Veneza (2004 e 2007).  Foi curador do departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna – MoMA, em Nova Iorque (1990 e 2002), onde organizou exposições temáticas como Dislocations and Modern Art Despite Modernism, e individuais de importantes artistas, como Elizabeth Muray, Gerhard Richter, Max Beckmann, Tony Smith e Robert Ryman. Foi professor de História da Arte Moderna no Institute at Fine Arts, na New York University. Atualmente é professor de pintura na Yale University.

BATIDAS E MOTOR EM FOGO AGITAM GP DA MALÁSIA

O australiano Daniel Ricciardo, da Red Bull, foi o vencedor do Grande Prêmio da Malásia, neste sábado, no circuito de Sepang. O triunfo foi conquistado após o motor da Mercedes de Lewis Hamilton pegar fogo na 41ª volta e tirar o britânico da corrida. 

Com a falha técnica, quem realmente comemorou foi o alemão Nico Rosberg. O companheiro de equipe do inglês terminou a prova em terceiro e abriu vantagem de 23 pontos na liderança do Mundial de Fórmula 1.

TEMPLON GALERIA RECEBE GREGORY CREWDSON

Comemorando 50 anos, a Galeria Templon recebe exposição do fotófrafo Gregory Crewdson:

http://www.danieltemplon.com/new/artist.php?la=en&artist_id=67