segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

JOÃO CARLOS MARTINS SE DESPEDE DO PIANO COM JOBIM & VINICIUS E A VOZ DE ANITTA

Na noite deste domingo, 17, foi ao ar a última apresentação do João Carlos Martins no Fantástico.

O maestro, que tocava piano, foi acompanhado por Anitta nos vocais ao som de Eu Sei Que Vou Te Amar, composta por Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

Antes do show, João Carlos anunciou que aquela era sua despedida da carreira de pianista porque logo iria se submeter a uma cirurgia para tentar acabar de vez com um grave problema nas mãos.
A atitude radical advém das outras 23 cirurgias, que não deram conta de aplacar seu sofrimento ao longo dos anos.

O músico passou por diversos problemas de saúde que implicaram na necessidade de cirurgia. A deficiência nas mãos, no entanto, começou aos 20 anos, quando sofreu um acidente no Central Park, em uma partida de futebol. Ao cair, perfurou o seu braço direito na altura do cotovelo, atingindo nervo ulnar, sofrendo atrofia em três dedos, o que resultou no afastamento do piano por um ano.
Em 1995, na Bulgária, João Carlos Martins sofreu um assalto e foi golpeado na cabeça com uma barra de ferro, ocasionando lesões sérias em seu cérebro, comprometendo o membro superior direito e rompendo a ligação entre seu cérebro e sua mão direita.

AS PREMIAÇÕES DO 69º FESTIVAL DE BERLIM

Veja a lista completa dos ganhadores 


– Urso de Ouro de melhor filme: Synonymes, de Nadav Lapid, França/Israel/Alemanha
– Grande Prêmio do Júri, Urso de Prata: Grâce à Dieu, de François Ozon, França
– Urso de Prata de melhor direção: Angela Schanelec, por Ich War Zuhause Aber, Alemanha/Sérvia
– Urso de Prata de melhor atriz: Yong Mei por So Long, My Son, de Wang Xiaoshuai, China
– Urso de Prata de melhor ator: Wang Jingchun por So Long, My Son
– Urso de Prata de melhor roteiro: Maurizio Braucci, Claudio Giovannesi e Roberto Saviano por La Paranza Dei Bambini, Itália
– Prêmio Alfred Bauer, em memória do fundador do festival para um filme que abre novas perspectivas: Systemsprenger, de Nora Fingscheidt, Alemanha
– Prêmio de melhor documentário: Talking About Trees, de Suhaib Gasmelbari,Sudão/Alemanha/Chade/Catar

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

EDITAL SESC SONORO


MORRE CANTOR CARLOS FERNANDO

O músico e artista plástico Carlos Fernando Nogueira, ex-membro da banda Nouvelle Cuisine, foi encontrado morto em seu apartamento em São Paulo nesta quarta-feira, 6.

Segundo vizinhos, o corpo foi encontrado no quarto do apartamento no centro da cidade, com sinais de que havia morrido há alguns dias. A causa da morte foi cardiomiopatia hipertensiva (infarto causado por pressão alta), segundo informações compartilhadas por amigos do cantor.

Nascido em 1959, ele fez parte do importante grupo Nouvelle Cuisine.

Com releituras particulares de clássicos do jazz, a Nouvelle Cuisine lançou dois discos com os vocais de Carlos Fernando, Nouvelle Cuisine (1988) e Slow Food (1991), pela Warner, e até a metade dos anos 1990 estabeleceu parcerias com nomes importantes da música brasileira, como Caetano Veloso, Gal Costa e Angela Maria.

Fernando também teve uma carreira solo, se separando da banda após esses primeiros trabalhos, quando gravou com Marisa Monte, Toninho Horta, e novamente trabalhou com Caetano, dessa vez como artista gráfico. Ele ainda cantaria com o grupo em ocasiões pontuais.

Nos últimos tempos, priorizou o trabalho como arquiteto. Ele foi coordenador de arquitetura da Secretaria de Estado da Cultura e da Poiesis, autor do projeto de reforma da Casa Guilherme de Almeida, no Pacaembu.

CONTRATE O PROMOTER QUE AGITA O NORTE DO PARANÁ


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

JORNALISTA RICARDO BOECHAT MORRE EM ACIDENTE AÉREO

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo. O jornalista estava em helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via. Boechat era apresentador do "Jornal da Band" e da rádio "Band FM News.


Filho de um diplomata brasileiro, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, na Argentina. Iniciou a carreira em 1970, no extinto Diário de Notícias (RJ), e começou a trabalhar na coluna de Ibrahim Sued. Transferiu-se para O Globo (RJ) em 1983, ano que marcou sua separação da equipe de Ibrahim – já então em O Globo – para integrar a da coluna Swann, no mesmo jornal, da qual se tornaria titular dois anos depois e que passaria a ter o nome de Boechat em fins dos anos 1980. Ibrahim morreu em 1995, e Boechat já era, então, titular de sua própria coluna há muito tempo.
 
Em 1987, foi convidado por Moreira Franco, governador do Rio de Janeiro na época, para ser titular da Secretaria de Comunicação Social do Estado. Permaneceu no cargo por seis meses, teve uma breve passagem pelo Jornal do Brasil (RJ), e depois na sucursal carioca de O Estado de S.Paulo (SP). Pela Agência Estado, ganhou o Prêmio Esso de Reportagem 1989, juntamente com Aluizio Maranhão, Suely Caldas e Luiz Guilhermino.
 
De volta a O Globo, em 1989, como editor da mesma coluna Swann de outrora, logo transformada em Boechat, ali se fixou como um dos colunistas mais influentes do país. Venceu os Prêmios Esso de 1992, na categoria Informação Política, com Rodrigo França, e de 2001, na categoria Informação Econômica, com Chico Otávio e Bernardo de la Peña, sempre por notas de sua coluna que renderam pautas aprofundadas. Saiu de O Globo em junho de 2001. Quando recebeu o Esso, no final daquele ano, já não estava no jornal. Deixou a empresa após rumoroso episódio envolvendo empresas de telefonia. Mas subiu ao palco, com a equipe da casa, para receber o prêmio, mesmo assim, por mérito.
 
Foi então para o Jornal do Brasil como colunista, assumindo o Informe JB. Ganhou depois coluna própria no primeiro caderno – semelhante à que tinha em O Globo – e, cumulativamente, assumiu a Direção de Redação por um ano, a convite de Nelson Tanure.
 
Teve participações como colunista no SBT, em notas gravadas na própria redação do JB, para o telejornal apresentado por Hermano Henning. Chegou a fazer um piloto para ancorar um telejornal na emissora, mas não chegou a exercer a função. Fez coluna em O Dia (RJ) e foi professor da Faculdade da Cidade.
 
Entrou para o grupo Bandeirantes, como diretor de Jornalismo no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 2006, mudou-se para São Paulo, para ancorar o Jornal da Band, principal noticiário da emissora. Desempenha a mesma função no programa diário Jornal do Rio, na rádio BandNews FM, transmitido exclusivamente para o Estado do Rio de Janeiro (capital e interior) das 7h às 9h. Assina ainda uma coluna semanal na revista IstoÉ (SP), com a colaboração de Ronaldo Herdy.
 
Dentre os prêmios conquistados durante a carreira estão os citados três Prêmios Esso – 1989 (reportagem), 1992 (informação política) e 2001 (informação econômica) –, um White Martins de Imprensa, além de nove Comunique-se – 2007, 2010 e 2012, na categoria Âncora de TV; 2006, 2008 e 2010, como Apresentador/Âncora de Rádio, e 2008, 2010 e 2012, como Colunista de Notícia. Pelo acúmulo de troféus Comunique-se, entrou para a Galeria de Mestres do Jornalismo da competição e passou a ser considerado hors-concours em duas categorias: Apresentador/Âncora de Rádio e Colunista de Notícia.
 
Ricardo Boechat também é nome frequente no Ranking J&Cia anual, levantamento que contabiliza os pontos recebidos pelos jornalistas de acordo com os prêmios conquistados. Em 2012 com 372,5 pontos ficou 18º lugar entre os Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos. Na edição do Ranking J&Cia em 2014 subiu mais algumas posições e colocou-se em 11º, entre os mais premiados.
 
Também foi eleito o jornalista 'Mais admirado' na pesquisa de Jornalistas&Cia em 2014, que elencou os 100 principais profissionais do mercado. 
 
É autor do livro Copacabana Palace – Um Hotel e sua História (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do País, completando 75 anos de existência no ano da publicação.
 
Em 2015 segue como colunista da IstoÉ Independente, âncora do Jornal da Band e da rádio BandNews FM.
 
Foi eleito bi-campeão no Prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros edição 2015. Realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress, a votação é feita dois turnos, abrange um colégio eleitoral integrado por 48 mil profissionais, sendo cerca de 3 mil da área de comunicação corporativa e 45 mil jornalistas de redações.  Nesta segunda edição da premiação foram recebidas cerca de 8 mil indicações, abrangendo quase 3 mil nomes de jornalistas. Passaram para a final 347 jornalistas da etapa Nacional. Boechat além de ter conquistado o primeiro lugar na votação, abriu um diferença de mais de 7 mil votos à frente do segundo colocado.