sábado, 11 de agosto de 2018

MÚSICA CONTEMPORÂNEA PERDE VÂNIA DANTAS LEITE


 Faleceu ontem Vania Dantas Leite.

Vânia Dantas Leite (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1945). Compositora, pianista e regente. Dedica-se à música eletroacústica desde 1965, compõe e desenvolve pesquisa experimental, no Brasil e no exterior. Em 1974, estuda música eletrônica no Electronic Music Studio, Londres, onde adquire equipamentos específicos para montar laboratório próprio no Rio de Janeiro.

Em 1981, ingressa na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) onde funda o Estúdio de Música Eletroacústica do Instituto Villa-Lobos. É responsável por ele até 2012, contribuindo com a formação de jovens compositores. Em maio de 2001, apresenta o concerto multimídia CaleidoCosmos, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/Rio) em espetáculo idealizado com Lica Cecato (1956).

No exterior, participa de congressos, concertos e festivais. Entre eles, Sonidos de las Américas, no Teatro do Carnegie Hall, Nova York (1996); Festival brasilianischer Musik, Alemanha (2000); 4o Festival International Ricardo Bianchini, Chile (2005); mastrclasses de composição na Princeton University (1996); concertos e seminários na University of Music, Karlsruhe, Alemanha, em 1998, 2000 e 2003; estágio e conferências em Bellagio, Itália (2003) e na EMS09 Conference (Electroacoustic Music Studies Network), Buenos Aires (2009).

Como compositora reúne alguns prêmios: 1º lugar no Concurso Nacional de Composição (1972); 3º lugar no Concurso Internacional de Regência (1973), dedicado às obras de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), no Rio de Janeiro; Prêmio Programa de Bolsas RioArte (1996); Prêmio da Rockefeller Foundation (2003); e Prêmio Funarte de Composição Musical (2012), para estreia na 20a Bienal de Música Brasileira Contemporânea.

De 2010 a 2013, destaca-se a realização de concertos de alunos, no Fórum de Composição, a participação na Série Unirio Musical, com a obra Retratos Sonoros do Jongo da Serrinha pelo Projeto Sesc (2012), e a composição de Memórias Abstratas e Abstraídas (2012/2013), para a 20a Bienal de Música Brasileira Contemporânea.

Notas biográficas copiadas da ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL, (http://enciclopedia.itaucultural.org.br/…/vania-dantas-leite)

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

VENCEDOR NA HUNGRIA, HAMILTON AMPLIA VANTAGEM SOBRE VETTEL

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) reforçou no domingo dia 29 de julho a liderança do Mundial de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Hungria, aumentando para 24 pontos a vantagem sobre o alemão Sebastian Vettel (Ferrari), que terminou na segunda posição.


Na 12.ª prova do campeonato, o quatro vezes campeão do mundo e detentor do título partiu da 'pole position' e concluiu as 70 voltas ao circuito de Hungaroring, em 01:36.16,427 horas, menos 17,123 segundos do que Vettel, também tetracampeão mundial.

O finlandês Kimi Raikkonen (Ferrari) terminou na terceira posição, a 20,101 segundos do britânico.

Após a quinta vitória do ano e a 67.ª da carreira, Hamilton soma 213 pontos na classificação de pilotos, mais 24 do que Vettel.

MORRE CANTOR E COMPOSITOR GUILHERME LAMOUNIER


Conhecido nos anos 1970 por causa de hits como 'Enrosca' e 'Seu Melhor Amigo' (gravadas também por Fabio Jr. e a primeira também por Sandy & Junior), o carioca Guilherme Lamounier morreu ontem de noite no Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador, bairro onde morava. Ainda não há informações sobre enterro e velório. Guilherme, de 67 anos, tinha arritmia cardíaca e diabetes, e estava internado há 15 dias para tratar de uma pneumonia.

Nascido em 25 de novembro de 1950, Guilherme tinha se afastado do meio artístico desde os anos 1980. Amigos como o compositor Tibério Gaspar costumavam dizer que o cantor tinha desenvolvido esquizofrenia - Erasmo Carlos afirmou em entrevista que "era uma grande perda para a música" que Guilherme não estivesse mais produzindo. Sua última gravação foi 'Luz de Mim', feita ao lado de Rosana, no especial infantil da Rede Globo 'A Era dos Halley' (1985).

Guilherme era neto de Gastão Lamounier, espécie de "rei da valsa" dos anos 1930, gravado por Silvio Caldas e Carlos Galhardo, e filho da professora de canto lírico Silvia Lamounier. Passou a infância no Grajaú e logo mudou-se para Copacabana. Começou a carreira em 1967 como vocalista da banda All Stars. Foi descoberto por Carlos Imperial e gravou o primeiro disco em 1970.

Em 1973, tendo Tibério Gaspar como parceiro, gravou 'Guilherme Lamounier', disco predominantemente folk e orquestral. A faixa 'Será Que Eu Pus Um Grilo Na Sua Cabeça?' foi gravada na década passada pelo Kid Abelha.

Em 1978 saiu seu último LP, também com seu nome no título. O disco foi reeditado em 2017 em CD pelo selo Discobertas e pode ser ouvido em plataformas de streaming.

Em 1969 também participou como cantor e como coautor (ao lado de ninguém menos que Dorival Caymmi) da trilha sonora de The sandpit generals, versão cinematográfica de Capitães de areia, romance de Jorge Amado, feita pelo americano Hal Bartlett. O filme ficou inédito no Brasil, mas concorreu ao Festival Internacional de Cinema de Moscou em 1971, fazendo sucesso na antiga União Soviética.

domingo, 22 de julho de 2018

SAINDO EM 14º, HAMILTON SURPREENDE E VENCE GP DA ALEMANHA


O britânico Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu neste domingo (22) o Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1 e reassumiu a liderança do campeonato. Sebastian Vettel, da Ferrari, que se encaminhava para a vitória, bateu na 52ª volta e abandonou.

sábado, 21 de julho de 2018

CENÓGRAFO HÉLIO EICHBAUER MORRE NO RIO

Helio Eichbauer, um dos maiores cenógrafos do Brasil, morreu nesta sexta-feira, aos 76 anos, em sua casa, no Rio, vítima de um enfarte fulminante.

Nome importante no teatro, cinema e na música popular brasileira, era professor de cenografia da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O velório será neste domingo, na Capela 8 do Memorial do Carmo, das 10h às 16h.

Eichbauer foi responsável pela cenografia de "O Rei da Vela", na histórica montagem do Teatro Oficina, em 1967 (Entenda por que 'O Rei da Vela' é um marco no teatro). Seguia trabalhando com alguns de seus antigos parceiros, como Caetano Veloso e Chico Buarque. São dele as cenografias dos shows "Ofertório", de Caetano com os filhos, e "Caravanas", de Chico.

Ao longo de sua carreira teatral, Eichbauer venceu diversas vezes o Prêmio Molière, pelos cenários de “Antígona”, do Grupo Opinião (1969); “A viagem”, adaptação de Carlos Queiroz Telles para “Os Lusíadas” (1972); “O percevejo”, de Vladímir Maiakóvski (1981); e “Grande e Pequeno”, de Botho Straus (1985).

Mas foi “O Rei da Vela” que levou o levou a outro extremo de sua carreira, a cenografia para os shows de música brasileira, que tomou corpo após a colaboração com Chico Buarque e Ruy Guerra na peça “Calabar”, em 1980 (o espetáculo foi proibido pela censura). Após o trabalho, Chico o convidou para criar os cenários do show “Tempo e contratempo”.
 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Nesta quinta, Sala Cecilia Meireles recebe lançamento de CD e homenagem a Sergio Roberto de Oliveira

   Há um ano, mais precisamente no dia 19 de julho, o compositor e produtor carioca Sergio Roberto de Oliveira faleceu precocemente, aos 46 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas, deixando como legado toda uma vida dedicada à música, com indicações ao Grammy Latino, centenas de obras compostas para diferentes formações, seja de câmara ou com orquestra, dezenas de CDs produzidos e lançados através de sua gravadora A Casa Discos. Agora, neste mês de julho, além do lançamento do CD “O piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, reunindo obras dos compositores tocadas pelas pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski, intérpretes e compositores de prestígio se reunirão em dois palcos cariocas para reviver suas composições e realizar uma grande homenagem ao saudoso amigo e profissional.
 

Dia 19 de julho, quinta-feira
 
O primeiro espetáculo em sua memória vai acontecer exatamente após um ano de sua partida, dia 19 de julho, quinta-feira, na Sala Cecília Meireles. Uma de suas últimas composições, “Pangea” será apresentada pelo quarteto de clarinetas formado por Cristiano Alves, Igor Carvalho, Thiago Tavares e Tiago Teixeira, que, em seguida, apresentará duas peças de Francisco Mignone (“Valsa Improvisada” e “Valsa-Choro”). Do CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, Miriam Grosman vai interpretar “Brasileiro”, obra de Sergio Roberto de Oliveira escrita para piano solo, e a pianista Ingrid Barancoski apresenta “Le Tombeau de Aleijadinho”, do compositor e maestro Ricardo Tacuchian. Obras de Villani-Côrtes, Jayoleno dos Santos, Raul do Valle, Didier Marc Garin e Alexandre Schubert integram ainda o variado programa. Serão apresentados trechos da ópera “Na Boca do Cão”, escrita por Sergio Roberto de Oliveira já bastante debilitado, trazendo a frente a soprano Gabriela Geluda, com Ricardo Santoro (violoncelo), Leo Sousa (percussão) e Cristiano Alves (clarineta).

            No mesmo dia, haverá o lançamento do CD “Trios Brasileiros”, do T’Rio, formado por Cristiano Alves (clarineta), Fernando Thebaldi (viola), Yuka Shimizu (piano). Juntos, vão tocar peças de Nestor de Hollanda, Liduino Pitombeira e Ricardo Tacuchian. que estão presentes no CD de estreia, também lançamento da A CASA Discos.
 

Dia 29 de julho, domingo
 
Com renda revertida para uma instituição de tratamento ao câncer, o palco da Sala Baden Powell receberá, no domingo, 29 de julho, às 15h, o segundo concerto em memória ao compositor tijucano. O violonista Luis Carlos Barbieri abre o programa com “Umas Coisas do Coração”, obra que levou o compositor a ser indicado ao Grammy Latino em 2011. Os gêmeos Paulo e Ricardo Santoro (Duo Santoro) vão tocar “Aos Santos Oro”, escrita por Oliveira e dedicada aos irmãos. O duo formado pelo violonista Marco Lima e pela soprano Doriana Mendes vai interpretar “Canção do Dia de Sempre” e “A Canção que não foi escrita” (sobre poemas de Mário Quintana). No fim, Miriam Grosman apresenta “Brasileiro” e o mesmo quarteto formado por Geluda, Alves, Santoro e Souza encerra o programa com trechos da ópera “Na Boca do Cão”.
 
SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA
 
Sergio Roberto de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro em 1970, falecendo na mesma cidade em 2017, com 47 anos incompletos. Graduado em Composição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), na classe de Dawid Korenchendler, teve, também uma orientação informal com Guerra Peixe. Sua carreira de compositor foi vertiginosa, principalmente depois que ele fundou um coletivo de compositores, intitulado Prelúdio 21, e que apresentava, mensalmente, uma estreia contemporânea de cada compositor, durante os últimos 10 anos de sua vida. Sua produção cobriu desde peças para instrumentos solistas, conjuntos de câmara, música coral, música sinfônica e ópera. Importantes grupos camerísticos gravaram sua obra como o Quarteto Radamés Gnattali, Quinteto Lorenzo Fernandez, Trio Capitu, Trio Paineiras, Duo Santoro, Duo Bretas-Kevorkian, GNU, entre outros. Sua obra Phoenix, para clarineta e orquestra, foi gravada pelo clarinetista Cristiano Alves, com a Orquestra Sinfônica Nacional, sob a regência do maestro Tobias Volkmann. Sua ópera de câmara, Na Boca do Cão, em parte escrita em seu leito de morte, teve uma vitoriosa temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, apresentando a soprano Gabriela Geluda.
Paralelamente à sua carreira de compositor, Sergio Roberto desenvolveu em seu curto período de vida, uma intensa liderança musical, promovendo festivais como a Bienal Música Hoje, proferindo palestras, inclusive no exterior, como nas universidades inglesas e americanas, ensaiando uma digressão no mundo do cinema com a direção do curta Ao Mar, em 2014,  ou criando a música para os filmes A dívida, que teve uma indicação no Festival Internacional de Cinema de Madri, na categoria de Melhor Música para Filme e no Filmmaker Festival of World, em Milão na categoria de trilha sonora. Obteve reconhecimento por seu trabalho com as duas indicações do Grammy Latino, respectivamente em 2011 e 2012, e a posição conquistada de Artist-in-Residence, na Duke University in North Caroline.
Outra audaciosa e vitoriosa realização de Sergio Roberto foi a fundação de A Casa Estúdio, em 1998, que já produziu cerca de 30 CDs dedicados à música brasileira contemporânea. Sua morte foi sentida por toda a comunidade musical brasileira e pela imprensa e várias homenagens foram realizadas em sua memória, na cidade onde nasceu e desenvolveu sua meteórica liderança e arte.
 
 
SERVIÇOS
 
Dia 19 de julho, quinta-feira – A Música de Sergio Roberto de Oliveira
Local: Sala Cecília Meireles
Horário:  20h
Ingressos: R$40,00 (inteira); R$20,00 (meia entrada)
Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro
Informações:  (21) 2332-9223
Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site www.ingressorapido.com.br
 
Programa:
 
Sergio Roberto de Oliveira - Pangea
    Cristiano Alves, Igor Carvalho, Tiago Teixeira, Thiago Tavares - clarinetas
 
Francisco Mignone - Valsa Improvisada
Francisco Mignone - Valsa-Choro
    Tiago Teixeira, clarone
 
Sergio Roberto de Oliveira - Brasileiro
    Miriam Grosman, piano
Ricardo Tacuchian - Le Tombeau de Aleijadinho
    Ingrid Barancoski, piano
 
Edmundo Villani-Côrtes - Luz
Jayoleno dos Santos - Sonata
    Cristiano Alves, clarineta
    Tamara Ujakova, piano
 
Raul do Valle - Sapucaia
    Thiago Vieira, trompete
Alexandre Schubert - Outono
    Thiago Vieira, flugelhorn
    Thalyson Rodrigues, piano
 
Didier Marc Garin - Da Caccia X
    Abstrai Ensemble
    Pedro Bittencourt - sax-alto; Mariana Salles - viola; 
 
Liduino Pitombeira - Japan (Full Moon)
Ricardo Tacuchian - Suite das Águas (Da chuva)
Nestor de Holanda - Sábio em Sol (4o movimento)
    T'Rio
    Cristiano Alves - clarineta; Fernando Thebaldi, viola; Yuka Shimizu - piano
 
Sergio Roberto de Oliveira - Na Boca do Cão (A menina movida a vida)
    Gabriela Geluda, soprano
    Cristiano Alves, clarineta
    Ricardo Santoro, violoncelo
    Leo Sousa, percussão
 
 
29/07, domingo – A música de Sergio Roberto de Oliveira
Local: Sala Municipal Baden Powell
Endereço: Av. N. Sra. de Copacabana, 360
Ingressos: R$ 20,00/ R$10,00
* A renda será revertida para uma instituição de tratamento ao câncer
Horário: 15 horas
Tel: 2547-9147
Classificação indicativa: Livre
Lotação: 500 lugares
 
Programa
 
Luis Carlos Barbieri, violão                                   Umas Coisas do Coração      
                                                                                                                                                        
Duo Santoro, violoncelos                                         Aos Santos Oro                                 
 
Duo Marco Lima, violão e                                      Canção do Dia de Sempre     
Doriana Mendes, soprano                                        A Canção que não foi escrita
                                                                                   (sobre poemas de Mário Quintana)              
 
Miriam Grosman, piano                                          Brasileiro        
 
Gabriela Geluda, soprano                                        A Menina Movida a Vida     
Cristiano Alves, clarineta                                         (da Ópera “Na Boca do Cão”)
Ricardo Santoro,violoncelo
Leo Sousa, vibrafone
                                  

Andrea Ferrer apresenta o show “Versos e Reversos do Amor”, sexta-feira, 20 de julho, no Beco das Garrafas

No próximo dia 20 de julho, sexta-feira, às 19h30, a cantora Andrea Ferrer retornará ao Beco das Garrafas (Bottle’s Bar), em Copacabana, apresentando seu projeto atual, “Versos e Reversos do Amor”, acompanhada do pianista Misael da Hora. Juntos, apresentarão diferentes olhares sobre as formas de amar, trazendo poesia e lirismo em variado repertório. A cantora, compositora e atriz irá mostrar ao público, além das suas próprias composições românticas (“Pertinho”, e inéditas como “Vem pra Mim” e “Te Quero Comigo do Lado de Cá”), canções de artistas como Caetano Veloso (“Esse Cara”), Tom Jobim e Vinicius (“Amor em Paz”), Chico Buarque, (“Vida” e “Samba do Grande Amor”), Marina Lima (“Pessoa”), Nando Cordel (“Você Endoideceu Meu Coração”), Moraes Moreira (“Sintonia”), entre outros. A cantora também revisita parte do repertório de seus dois CDs, e homenageia Gonzaguinha (“Espere por mim Morena”), e Luiz Gonzaga (“Sabiá”), numa referência ao seu projeto anterior.

“Para mim, não há barreiras entre o popular, o romântico e o sofisticado”, afirma a cantora baiana, nascida no seio de uma família musical, e radicada no Rio de Janeiro. Andrea Ferrer traz em seu trabalho uma mistura singular entre estilos e regionalidades brasileiras, que resultam em um material sensível e de sofisticada poética.

Com dois álbuns em circulação nacional – “Séculos” e “Andrea Ferrer” – Andrea, eventualmente, faz parcerias com artistas de renome como Carlinhos Brown, Tadeu Mathias, Luca Maciel, Daniella Firpo, Misael da Hora, entre outros, estando sempre em busca de novos caminhos e conceitos em seus trabalhos. A sua última turnê e projeto artístico, aprovado pela Rei Rouanet, “Andrea Ferrer Canta Família Gonzaga”, circulou no Rio de Janeiro e Salvador, em casas noturnas, e reverenciou a obra e legado de Luiz Gonzaga - o Rei do Baião – e Gonzaguinha, em releituras que valorizam o toque particular que Andrea traz às canções.
 
 

SERVIÇO:
 
20/07, sexta-feira – Andrea Ferrer apresenta o show “Versos e Reversos do Amor” no Beco das Garrafas
Local: Bottle’s Bar
Horário: 19h30
Endereço: Rua Duvivier, 37 - Copacabana
Telefone: 21- 96800-8683 / 2543-2962
Ingressos: R$40,00
Classificação: livre
 
 
 
• Clipe “Marina dos Mares”: http://www.youtube.com/watch?v=-jRNra9LEuM
 
• Vídeo “Te Quero Comigo do Lado de Cá” ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=wei0UmiIqiU 
 
• Clipe “Pertinho”: http://www.youtube.com/watch?v=_AX6LrxZVbg
 
• Trechos de show no Vizta – Marina Palace: https://www.youtube.com/watch?v=gDxFKeepRGM&spfreload=10