segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

JOÃO CARLOS MARTINS SE DESPEDE DO PIANO COM JOBIM & VINICIUS E A VOZ DE ANITTA

Na noite deste domingo, 17, foi ao ar a última apresentação do João Carlos Martins no Fantástico.

O maestro, que tocava piano, foi acompanhado por Anitta nos vocais ao som de Eu Sei Que Vou Te Amar, composta por Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

Antes do show, João Carlos anunciou que aquela era sua despedida da carreira de pianista porque logo iria se submeter a uma cirurgia para tentar acabar de vez com um grave problema nas mãos.
A atitude radical advém das outras 23 cirurgias, que não deram conta de aplacar seu sofrimento ao longo dos anos.

O músico passou por diversos problemas de saúde que implicaram na necessidade de cirurgia. A deficiência nas mãos, no entanto, começou aos 20 anos, quando sofreu um acidente no Central Park, em uma partida de futebol. Ao cair, perfurou o seu braço direito na altura do cotovelo, atingindo nervo ulnar, sofrendo atrofia em três dedos, o que resultou no afastamento do piano por um ano.
Em 1995, na Bulgária, João Carlos Martins sofreu um assalto e foi golpeado na cabeça com uma barra de ferro, ocasionando lesões sérias em seu cérebro, comprometendo o membro superior direito e rompendo a ligação entre seu cérebro e sua mão direita.

AS PREMIAÇÕES DO 69º FESTIVAL DE BERLIM

Veja a lista completa dos ganhadores 


– Urso de Ouro de melhor filme: Synonymes, de Nadav Lapid, França/Israel/Alemanha
– Grande Prêmio do Júri, Urso de Prata: Grâce à Dieu, de François Ozon, França
– Urso de Prata de melhor direção: Angela Schanelec, por Ich War Zuhause Aber, Alemanha/Sérvia
– Urso de Prata de melhor atriz: Yong Mei por So Long, My Son, de Wang Xiaoshuai, China
– Urso de Prata de melhor ator: Wang Jingchun por So Long, My Son
– Urso de Prata de melhor roteiro: Maurizio Braucci, Claudio Giovannesi e Roberto Saviano por La Paranza Dei Bambini, Itália
– Prêmio Alfred Bauer, em memória do fundador do festival para um filme que abre novas perspectivas: Systemsprenger, de Nora Fingscheidt, Alemanha
– Prêmio de melhor documentário: Talking About Trees, de Suhaib Gasmelbari,Sudão/Alemanha/Chade/Catar

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

EDITAL SESC SONORO


MORRE CANTOR CARLOS FERNANDO

O músico e artista plástico Carlos Fernando Nogueira, ex-membro da banda Nouvelle Cuisine, foi encontrado morto em seu apartamento em São Paulo nesta quarta-feira, 6.

Segundo vizinhos, o corpo foi encontrado no quarto do apartamento no centro da cidade, com sinais de que havia morrido há alguns dias. A causa da morte foi cardiomiopatia hipertensiva (infarto causado por pressão alta), segundo informações compartilhadas por amigos do cantor.

Nascido em 1959, ele fez parte do importante grupo Nouvelle Cuisine.

Com releituras particulares de clássicos do jazz, a Nouvelle Cuisine lançou dois discos com os vocais de Carlos Fernando, Nouvelle Cuisine (1988) e Slow Food (1991), pela Warner, e até a metade dos anos 1990 estabeleceu parcerias com nomes importantes da música brasileira, como Caetano Veloso, Gal Costa e Angela Maria.

Fernando também teve uma carreira solo, se separando da banda após esses primeiros trabalhos, quando gravou com Marisa Monte, Toninho Horta, e novamente trabalhou com Caetano, dessa vez como artista gráfico. Ele ainda cantaria com o grupo em ocasiões pontuais.

Nos últimos tempos, priorizou o trabalho como arquiteto. Ele foi coordenador de arquitetura da Secretaria de Estado da Cultura e da Poiesis, autor do projeto de reforma da Casa Guilherme de Almeida, no Pacaembu.

CONTRATE O PROMOTER QUE AGITA O NORTE DO PARANÁ


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

JORNALISTA RICARDO BOECHAT MORRE EM ACIDENTE AÉREO

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo. O jornalista estava em helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via. Boechat era apresentador do "Jornal da Band" e da rádio "Band FM News.


Filho de um diplomata brasileiro, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, na Argentina. Iniciou a carreira em 1970, no extinto Diário de Notícias (RJ), e começou a trabalhar na coluna de Ibrahim Sued. Transferiu-se para O Globo (RJ) em 1983, ano que marcou sua separação da equipe de Ibrahim – já então em O Globo – para integrar a da coluna Swann, no mesmo jornal, da qual se tornaria titular dois anos depois e que passaria a ter o nome de Boechat em fins dos anos 1980. Ibrahim morreu em 1995, e Boechat já era, então, titular de sua própria coluna há muito tempo.
 
Em 1987, foi convidado por Moreira Franco, governador do Rio de Janeiro na época, para ser titular da Secretaria de Comunicação Social do Estado. Permaneceu no cargo por seis meses, teve uma breve passagem pelo Jornal do Brasil (RJ), e depois na sucursal carioca de O Estado de S.Paulo (SP). Pela Agência Estado, ganhou o Prêmio Esso de Reportagem 1989, juntamente com Aluizio Maranhão, Suely Caldas e Luiz Guilhermino.
 
De volta a O Globo, em 1989, como editor da mesma coluna Swann de outrora, logo transformada em Boechat, ali se fixou como um dos colunistas mais influentes do país. Venceu os Prêmios Esso de 1992, na categoria Informação Política, com Rodrigo França, e de 2001, na categoria Informação Econômica, com Chico Otávio e Bernardo de la Peña, sempre por notas de sua coluna que renderam pautas aprofundadas. Saiu de O Globo em junho de 2001. Quando recebeu o Esso, no final daquele ano, já não estava no jornal. Deixou a empresa após rumoroso episódio envolvendo empresas de telefonia. Mas subiu ao palco, com a equipe da casa, para receber o prêmio, mesmo assim, por mérito.
 
Foi então para o Jornal do Brasil como colunista, assumindo o Informe JB. Ganhou depois coluna própria no primeiro caderno – semelhante à que tinha em O Globo – e, cumulativamente, assumiu a Direção de Redação por um ano, a convite de Nelson Tanure.
 
Teve participações como colunista no SBT, em notas gravadas na própria redação do JB, para o telejornal apresentado por Hermano Henning. Chegou a fazer um piloto para ancorar um telejornal na emissora, mas não chegou a exercer a função. Fez coluna em O Dia (RJ) e foi professor da Faculdade da Cidade.
 
Entrou para o grupo Bandeirantes, como diretor de Jornalismo no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 2006, mudou-se para São Paulo, para ancorar o Jornal da Band, principal noticiário da emissora. Desempenha a mesma função no programa diário Jornal do Rio, na rádio BandNews FM, transmitido exclusivamente para o Estado do Rio de Janeiro (capital e interior) das 7h às 9h. Assina ainda uma coluna semanal na revista IstoÉ (SP), com a colaboração de Ronaldo Herdy.
 
Dentre os prêmios conquistados durante a carreira estão os citados três Prêmios Esso – 1989 (reportagem), 1992 (informação política) e 2001 (informação econômica) –, um White Martins de Imprensa, além de nove Comunique-se – 2007, 2010 e 2012, na categoria Âncora de TV; 2006, 2008 e 2010, como Apresentador/Âncora de Rádio, e 2008, 2010 e 2012, como Colunista de Notícia. Pelo acúmulo de troféus Comunique-se, entrou para a Galeria de Mestres do Jornalismo da competição e passou a ser considerado hors-concours em duas categorias: Apresentador/Âncora de Rádio e Colunista de Notícia.
 
Ricardo Boechat também é nome frequente no Ranking J&Cia anual, levantamento que contabiliza os pontos recebidos pelos jornalistas de acordo com os prêmios conquistados. Em 2012 com 372,5 pontos ficou 18º lugar entre os Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos. Na edição do Ranking J&Cia em 2014 subiu mais algumas posições e colocou-se em 11º, entre os mais premiados.
 
Também foi eleito o jornalista 'Mais admirado' na pesquisa de Jornalistas&Cia em 2014, que elencou os 100 principais profissionais do mercado. 
 
É autor do livro Copacabana Palace – Um Hotel e sua História (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do País, completando 75 anos de existência no ano da publicação.
 
Em 2015 segue como colunista da IstoÉ Independente, âncora do Jornal da Band e da rádio BandNews FM.
 
Foi eleito bi-campeão no Prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros edição 2015. Realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress, a votação é feita dois turnos, abrange um colégio eleitoral integrado por 48 mil profissionais, sendo cerca de 3 mil da área de comunicação corporativa e 45 mil jornalistas de redações.  Nesta segunda edição da premiação foram recebidas cerca de 8 mil indicações, abrangendo quase 3 mil nomes de jornalistas. Passaram para a final 347 jornalistas da etapa Nacional. Boechat além de ter conquistado o primeiro lugar na votação, abriu um diferença de mais de 7 mil votos à frente do segundo colocado.
 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

PROGRAMAÇÃO INFANTIL DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ

Programação infantil da BPP em fevereiro
Gratuito
Mais informações: 3221-4980

Programação completa
Hora do Conto
Horários: 11h, 15h e 17h

Oficina de trabalhos manuais
Horários: 11h15, 15h15

Cine Pipoca
Todas as sextas-feiras
Dia 1º — Uma professora muito maluquinha
Dia 8 — O pequeno Stuart Little
Dia 15 — A história sem fim
A classificação de todos os filmes exibidos é livre para todos os públicos.
Local: Auditório da BPP
Horário: 15h
Obs: Nesses dias não haverá Hora do Conto às 15h

Roda de conversa — “Lendo com nossas crianças: Por onde começar?”
Dia 16
Horário: 11h
Local: Seção Infantil
Faixa etária: Livre
Observações: Não é necessário se inscrever, mas é recomendável chegar com 15 minutos de antecedência.

Coral Cantateca
Dia 2: início das atividades e das inscrições para novas vagas
Horário: Das 10 às 12h
Local: Seção Infantil

Biblioteca Solidária
Arrecadação de materiais escolares e livros
Sugestões: Cadernos, lápis de escrever, caixas de lápis de cor, caixa de giz de cera, folhas sulfites, tesouras, colas, estojos, mochilas e etc.
Período de arrecadação: até o dia 9
Seção Infantil — Caixa Solidária
Fonte: BPP

PROGRAMÇÃO DO MINSTÉRIO DA CIDADANIA




Ensaio de Orquestra, de Fellini, é um dos destaques do projeto Clássicos ao Ar Livre, da Cinemateca Brasileira (Foto: Reprodução)
Prepare a pipoca e o casaco. A Cinemateca Brasileira realiza, de 9 de fevereiro a 9 de março, sessões gratuitas do projeto Clássicos ao Ar Livre. Filmes marcantes do cinema internacional serão exibidos em sessões na tela externa da Cinemateca. Na programação, destacam-se Ensaio de Orquestra (1979), de Federico Fellini; Suspeita (1941), de Alfred Hitchcock; e French Cancan (1955), de Jean Renoir.

E lembre-se: dia 3 de fevereiro é a última oportunidade para visitar, no Museu Nacional de Belas Artes, a exposição São Francisco na Arte de Mestre Italianos, no Rio de Janeiro (RJ). Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

Clássicos ao Ar Livre

De 9/2 a 9/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Abrindo a programação de 2019, a Cinemateca Brasileira realiza sessões gratuitas do projeto Clássicos ao ar livre. De 9 de fevereiro a 9 de março, sempre aos finais de semana, haverá a exibição de clássicos do cinema estrangeiro, no seu suporte original em 35mm, em sessões na tela externa da Cinemateca. Entre os destaques, estão clássicos do cinema fantástico, como Sangue de pantera (1942), dirigido por Jacques Tourneur, Planeta Fantástico (1972), animação de René Laloux, Vampiros de almas (1956), ficção científica de Don Siegel; o suspense de Alfred Hitchcock Suspeita (1941), filme que iniciou sua parceria com Cary Grant e que rendeu a Joan Fontaine o Oscar de Melhor Atriz; Lili Marlene (1981), de Rainer Werner Fassbinder, sobre o romance de uma popular cantora alemã com um compositor judeu, no período do nazismo; e Gente da Sicília (1999), dos mestres Jean-Marie Straub e Danièle Huillet – vencedor do Prêmio da Crítica na 23ª Mostra Internacional de São Paulo – que acompanha o retorno de um escritor à região italiana para reencontrar a mãe. A programação exibe também uma das obras-primas de Jean Renoir, French Cancan (1955).

FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Espetáculo ‘As três vidas de Miranda Flores’Até 3/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Com texto e direção de Raphael Gama, As três vidas de Miranda Flores apresenta as angústias de três mulheres, nas décadas de 1960, 1980 e nos dias atuais. Elas estão em um impasse, sufocadas por seus problemas, e suas vidas parecem não ter solução. São mulheres de mundos e realidades diferentes, mas revelam questões semelhantes e possuem algo em comum: o próprio nome.



Espetáculo ‘Tropicalistas’De 9/2 a 17/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Tropicalistas conta – por meio da música, do canto e da dança – a trajetória do movimento Tropicália, criado por artistas como Torquato Neto, Hélio Oiticica, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Ciro Barcelos assina o texto e o roteiro de canções. O elenco é formado por quatorze atores, que procuram reviver o momento cultural transgressor. Já a direção musical e a execução ao vivo das canções são da Banda Xabá, que também integra o elenco.



Exposição ‘Campo Para o Exercício da Liberdade’Até 10/2 – 10h às 18h (terças a sextas), 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)

A mostra reúne trabalhos de oito artistas que frequentaram durante cerca de um ano o ateliê de artes visuais da instituição, apresentando os resultados desse período de convivência e aprendizado conjunto. A entrada é gratuita. Participam da exposição os artistas Auni (Débora Seiva), Carlos Algot, Cláudio Antônio Ferreira dos Reis, Credo (Eduardo Marinho), Felipe Borges, Geovanna Gelan, Hiram Schincariol e Lumumba. O trabalho curatorial tem como ponto de partida a convivência já experimentada por eles num espaço público que, ao recebê-los, torna-se um campo para o efetivo exercício da liberdade de pensamento e de criação.


Espetáculo ‘Àtma’De 22/2 a 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

De acordo com o espetáculo, diz-se que uma pessoa tem bom senso quando sua alma age de acordo com as regras da sociedade, mas ela é considerada “louca” quando sua alma se liberta da prisão. No entanto, as pessoas acometidas por essa “loucura” podem predizer o futuro, conhecem as línguas e as ciências sem tê-las aprendido e oferecem algo de verdadeiramente lúcido porque se libertam das estratégias mentais e corpóreas e exercem suas faculdades naturais. Presos a uma rede de desejos e absortos pelo egocentrismo inconsciente, os seres humanos desconhecem sua natureza interior e aniquilam-se para obter o gozo dos sentidos.


45ª edição da Campanha de Popularização Teatro & DançaAté 24/2
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte (MG)

A Campanha de Popularização Teatro & Dança é realizada até 24 de fevereiro e vai circular por seis cidades de Minas: Betim, Contagem, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e a capital, Belo Horizonte.



Espetáculo ‘Cão’Até 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)

Na trama, o personagem Ricardo sofre com a falta de memória. Com a ajuda de um garçom, ele tenta resgatar lembranças de sua vida em meio a papeis, vultos de si e aparições de duas mulheres: Bela e Laura. O espetáculo aborda questões do mundo contemporâneo, como a virtualização das relações e a falta de memória de si, do entorno e das questões sociais. A peça – que tem como referências o teatro do absurdo, o teatro épico e o realismo fantástico, além das obras de Jean Paul Sartre, Luiz Alberto de Abreu e Carlos Alberto Soffredini – também traz à tona a complexidade de sentimentos humanos, como o amor, a loucura, a dignidade e o desejo.



Espetáculo ‘Mãe’Até 28/2, às 20h30 (quarta e quinta)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Mãe parte de um episódio trágico vivido pelo personagem quando tinha apenas um ano e quatro meses: a morte de sua mãe em um acidente. O estímulo inicial da obra – que transita entre o teatro, a dança, a performance, a poesia e a meditação – é uma poderosa e dolorida imagem interna da mãe. A peça remete ao sagrado feminino, às subversões, aos silenciamentos e estupros sociais, culminando no maior arquétipo da mãe: nosso planeta.



Exposição ‘Dupla Face’Até 24/3 – 10h30 às 19h (terça a domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)

Com curadoria de Maria Eugenia Cordero, a mostra apresenta 33 esculturas de Pallardó, que, além de artista visual, é também ator de teatro e integrante do coletivo paulistano Cia da Vértebra. Os trabalhos permitem vislumbrar algo do seu processo de criação, uma conjugação dessas duas faces de sua expressão artística.


FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘1808 – 1818: A construção do reino do Brasil’Até 12/2 – 12h às 16h30 (segunda), 10h às 16h30 (terça a sexta)
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)

A exposição reflete sobre a época joanina, período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e, logo em seguida, pela abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D. João. Deixando para trás uma Europa conflagrada, D. João passou a reinar na cidade do Rio de Janeiro, que se transformou na cabeça do Império Ultramarino. A instalação da corte no Brasil promoveu a quebra do chamado “pacto colonial”, abrindo os portos para as nações amigas.

Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.



FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e sua biblioteca’Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)

O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada franca.


INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Exposição ‘São Francisco na Arte de Mestre Italianos’Até 3/2 – 10h às 17h (terça a sexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Rio de Janeiro (RJ)
Com curadoria do especialista em História da Arte Giovanni Morello e de Stefano Papetti, a mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco.

As obras que compõem a exposição são de acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.

A mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.



Exposição ‘Quimera’Até 4/2 – 10às 12h e 13h às 17h (terça a sexta), 13h às 18h (sábado e domingo)
Endereço: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro, RJ

Com curadoria de Isabel Sanson Portella e Ricardo Kuguelmas e obras de Ana Prata, Bruno Dunley, Véio e Liuba Wolf, a exposição Quimera trata-se de um diálogo de gerações em que a exaltação imaginativa em diferentes técnicas aparece como destaque.
A Quimera mitológica, símbolo complexo de criações imaginárias do inconsciente, representa a força devastadora dos desejos frustrados, dos sonhos que não se realizam, da utopia e fantasias incongruentes. Monstros fabulosos alimentam, desde sempre, a imaginação do homem com devaneios necessários à expansão da alma.



Exposição ‘A Arte Figurativa de Tunico dos Telhados’Até 10/2
Endereço: Praça Tiradentes, 139 – Ouro Preto (MG)

A inspiração parece ter abrochado ao respirar novamente os ares da antiga Vila Rica. Após alguns anos vividos em São Paulo, o ouropretano Tunico resolveu reassentar suas raízes ao tomar a decisão de não mais se aventurar em terras longínquas de sua cidade natal. Em um momento de deleite, esbarrou com a poesia de Cecília Meireles ao ler a ilustre obra “Romanceiro da Inconfidência”, momento em que ficou embevecido com os textos e a imagem dos telhados impressos na publicação, carinhosamente guardada até hoje. A palheta foi abandonada em prol de um prato de louça que propiciou uma movimentação dos pincéis e uma mistura de tons num ritmo próprio do artista. Imbuído no mundo magistral das cores, destacam-se alguns tons especiais: o azul, o amarelo, o preto e o vermelho.

Numa visão contemporânea, Tunico desce dos telhados e paira sobre as antigas sacadas das fachadas coloniais, do casario e igrejas de Ouro Preto, mesclando as cores em sua louça colorida e aspergindo harmonia através de seus pincéis. Tendo os matizes do arco-íris e a beleza da arquitetura colonial da cidade-patrimônio sob seu olhar, Tunico faculta ao público, através de sua arte figurativa, a flutuar ainda mais sobre o encanto do barroco ao despertar a magia de sua luminosa percepção sobre Ouro Preto.


Exposição ‘O retrato do rei dom João VI’Até 17/2 – 10h às 17h (terça a sexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Marechal Âncora S/N – Rio de Janeiro (RJ)

Com curadoria de Paulo Knauss, diretor do MHN e professor de História da Universidade Federal Fluminense – UFF, a mostra é centrada na construção da imagem de D. João a partir de 24 pinturas, provenientes de instituições brasileiras e portuguesas, coleções particulares e do próprio acervo do MHN. Além dos retratos, completam a exposição condecorações, medalhas, moedas, leques, gravuras e uma réplica da coroa de 1818.

Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.


Mostra ‘Três Momentos da Pintura de Paisagem no Brasil’Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)

 
A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas.

 Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.

Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP

Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.


INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’Até 15/3 – das 8h às 18h

Endereço: SEPS, Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília (DF)

A Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’ é uma homenagem ao trabalho desenvolvido por Luiz de Castro Faria pela preservação dos bens arqueológicos brasileiros. A exposição detalha em quatro módulos um pouco da história do antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo, destacando sua contribuição para a consolidação das políticas de proteção aos bens arqueológicos brasileiros.

Uma amostra da pesquisa do arqueólogo padre João Alfredo Rohr, exibindo 167 peças que integram sua coleção, tombada pelo Iphan em 1986, também está disponível, trazendo uma abordagem aos dois patrimônios arqueológicos inscritos pela Unesco na Lista de Patrimônio Mundiais: Parque Nacional Serra da Capivara, declarado Patrimônio Mundial em 1991 e tombado pelo Iphan em 1993, e Sítio Cais do Valongo, inscrito na Lista em 2017.