domingo, 10 de dezembro de 2017

O SAMBA ATRAVESSA LONDRINA 2017 VEM AÍ


POETA PAULO BRETAS LANÇA LIVRO NO DIA 12


FLÁVIO VENTURINI E MARCUS VIANA EM BELO HORIZONTE, HOJE


MORRE ATRIZ EVA TODOR

Morreu em casa às 8h50 deste domingo (10) a atriz Eva Todor, aos 98 anos. A causa da morte foi pneumonia. A atriz será cremada, e o velório será realizado na segunda-feira (11), das 9h às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Antes de ganhar as TVs do país, Eva Fódor Nolding brilhou nos palcos. O teatro chegou à sua vida nos anos 30, a partir de um convite de Mário Nunes, crítico do Jornal do Brasil, para atuar em uma peça com Dulcina de Moraes. Ela não foi aprovada, mas Mário a convidou para fazer teatro de revista no Teatro Recreio. Nessa época, adotou Todor, uma versão aportuguesada de seu sobrenome.
Com o sucesso, foi convidada para seu primeiro longa-metragem, em 1960, “Os Dois Ladrões”, de Carlos Manga, quando atuou ao lado de Oscarito. 

No ano seguinte, estreou na televisão. Foi contratada pela TV Tupi para estrelar “As Aventuras de Eva” e para participar de “E Nós, Aonde Vamos?”, última novela da autora cubana Glória Magadan escrita no Brasil, em 1970. 

Eva fez alguns papéis dramáticos --como em “De Olho na Amélia”, de Georges Feydeau, que lhe valeu o Prêmio Molière de melhor atriz, em 1969--, mas brilhou mesmo nas comédias, gênero no qual se consagrou. 

A atriz estreou na TV Globo como Kiki Blanche, em “Locomotivas” (1977), de Cassiano Gabus Mendes, primeira novela colorida no horário das 19h. 

A partir daí, não parou mais, sempre atuando com o que chamava de “gênero Eva”, um humor fino que virou sua marca registrada. Ela fez "Coração Alado" (1980), "Sétimo Sentido" (1982), "O Outro" (1987), "Top Model" (1989), “Suave Veneno” (1999), "O Cravo e a Rosa" (2000), "América" (2005) e "Caminho das Índias" (2009). Eva também atuou em minisséries e especiais, como “Brava Gente”, “Você Decide”, “Malhação”, “Hilda Furacão”, “Sob Nova Direção”, “A Diarista” e “Casos e Acasos”. 

Sua última aparição na TV foi em 2012, na novela “Salve Jorge”, na qual interpretou Dália. No mesmo ano, fez uma participação especial em “As Brasileiras”.

ESCOLA DE CIRCO DE LONDRINA APRESENTA MASCARÃO


MUNDO DA MODA PERDE OCIMAR VERSOLATO


EDITAL FUNARTE DE DOAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO


NÚCLEO COMPOMUS REALIZA PERFORMANCE NA UFPB


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

NAYARA TAMAROZI INTERPRETA BRAHMS E RADAMÉS GNATALI


OS MELHORES DO BRASILEIRÃO 2017


Noite de festa na CBF. Nesta segunda-feira foram conhecidos os jogadores que integram a seleção do Campeonato Brasileiro de 2017. A seleção escolhida por jornalistas e profissionais do futebol foi: Vanderlei (Santos); Fagner (Corinthians), Balbuena (Corinthians), Geromel (Grêmio) e Guilherme Arana (Corinthians); Bruno Silva (Botafogo), Arthur (Grêmio), Hernanes (São Paulo) e Thiago Neves (Cruzeiro); Henrique Dourado (Fluminense) e Jô (Corinthians). O prêmio de melhor técnico ficou com Fábio Carille (Corinthians).



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

MINC INAUGURA EXPOSIÇÃO DE CARTAS DE DOM PEDRO II, NO MUSEU IMPERIAL, EM PETROPÓLIS

Carta de Dom Pedro II (Reprodução)
 
 
O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, inaugura nesta segunda-feira (4/12), no Museu Imperial, em Petrópolis (RJ), a exposição Missivas Imperiais: cartas de Dom Pedro II. Serão expostas ao público cinco cartas originais do último imperador brasileiro. Elas foram doadas pelo presidente russo, Vladimir Putin, ao presidente Michel Temer durante visita oficial à Rússia em junho deste ano.
 
Coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), o Museu Imperial é o principal atrativo turístico da cidade de Petrópolis. Tem como sede o antigo Palácio Imperial de Petrópolis, residência de verão de Dom Pedro II entre 1849 e 1889. Ao redor da edificação, cresceu a cidade fluminense.
 
Entre os documentos presentes na exposição Missivas Imperiais está uma carta oficial de Dom Pedro II ao cardeal Giuseppe Bofondi, secretário de Estado da Santa Sé no pontificado do Papa Pio IX, datada de 30 de junho de 1862. Também está na exposição carta oficial endereçada ao cunhado do imperador, o príncipe Francesco di Paola Luigi Emanuele de Bourbon-Duas Sicílias, conde de Trápani, datada de 30 de maio de 1855, felicitando-o pelo nascimento da filha.
 
Carta enviada por Dom Pedro II, em 20 de julho de 1890, ao membro do Instituto da França René François Armand (Sully) Prudhomme complementa o acervo do museu. No texto, o imperador manifesta interesse em obter uma cópia do poema Le Bonheur, de autoria de Prudhomme. A resposta do francês, datada de 26 de julho de 1890 faz, já faz parte do arquivo do Museu Imperial desde 1948, quando foi doado pelo príncipe Dom Pedro Gastão de Orléans e Bragança, bisneto do imperador. Prudhomme foi o primeiro ganhador do prêmio Nobel de Literatura, em 1901.
 
A exposição ficará em cartaz de 5 de dezembro de 2017 a 4 de março de 2018 e pode ser visitada de terça a domingo, das 11h às 18h, com entrada a R$ 10 (inteira).
 
O Museu Imperial foi criado pelo presidente Getúlio Vargas e aberto à visitação pública em 16 de março de 1943 com um significativo acervo e uma diversificada exposição. O prédio onde está sediado, do antigo Palácio Imperial de Petrópolis, foi adquirido pela União em 1939. Ao longo das últimas sete décadas, acumulou expressivos conjuntos documentais, bibliográficos e de objetos, totalizando um acervo de cerca de 300 mil itens. 
 
Serviço
Exposição Missivas imperiais: cartas de Dom Pedro II
Local: Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis – RJ
Visitação: De 5 de dezembro a 4 de março, de terça a domingo
Horário: Das 11h às 18h
Ingressos a R$ 10 (inteira)

PRÊMIO PARANÁ DE LITERATURA 2017 DIVULGA VENCEDORES


Henrique Schneider, Sônia Barros e Marcelo DegraziaA Biblioteca Pública do Paraná (BPP) divulgou hoje (4) os títulos dos livros vencedores do Prêmio Paraná de Literatura 2017. Em sua quarta edição, o concurso da Secretaria da Cultura do Estado selecionou obras inéditas, de autores de todo o país, em três categorias que homenageiam figuras importantes da literatura paranaense.

O júri apontou Setenta, de Henrique Schneider (RS), como o melhor romance (prêmio Manoel Carlos Karam). A bandeira de Cuba, de Marcelo Degrazia, (RS) venceu a categoria contos (prêmio Newton Sampaio). E Tempo de dentro, de Sônia Barros (SP), foi o destaque entre as obras de poesia (prêmio Helena Kolody).

Cada autor receberá R$ 30 mil e terá sua obra publicada pela Biblioteca Pública, com tiragem de mil exemplares. A entrega oficial dos prêmios e o lançamento dos livros acontecem no primeiro semestre de 2018, em um evento na BPP. Neste ano, a comissão julgadora, formada por nove membros, avaliou 2.180 trabalhos inscritos gratuitamente pela internet entre junho e agosto.

 Heloisa Jahn, Livia Deorsola e Luís Bueno foram os jurados da categoria romance. Marcelino Freire, Maria Amélia Mello e Aurora Bernardini escolheram o melhor livro de contos. Italo Moriconi, Marcelo Sandmann e Sérgio Alcides analisaram as obras de poesia. A comissão foi presidida por Rogério Pereira, diretor da Biblioteca.

FUNCART APRESENTA A BELA ADORMECIDA, NO TEATRO OURO VERDE


CLASSIFICAÇÃO FINAL DO BRASILEIRÃO 2017

Neste domingo, o Campeonato Brasileiro 2017 chegou ao fim. Depois de 38 rodadas conhecemos os últimos times que se classificaram para a Libertadores 2018 e também aqueles que foram rebaixados para a série B do Brasileirão.

Os times que conseguiram as vagas para a Libertadores nesta última rodada foram o Flamengo (fase de grupos), Vasco (Pré-Libertadores) e a Chapecoense (Pré-Libertadores). Já os times rebaixados foram o Coritiba e Avaí. Vale lembrar que o nono colocado, o Atlético-MG, ainda pode garantir uma vaga na pré-Libertadores, caso o Flamengo conquista a Copa Sul-Americana.

Veja a classificação final do campeonato Brasileiro 2017:

CLASSIFICAÇÃOPGJVEDGPGCSG%
CORINTHIANS7238219850302063
PALMEIRAS63381961361451655
SANTOS63381712942321055
GRÊMIO62381881255361954
CRUZEIRO57381512114739850
FLAMENGO563815111249381149
VASCO56381511124047-749
CHAPECOENSE5438159144749-247
ATLÉTICO-MG54381412125249347
10°BOTAFOGO53381411134542346
11°ATLÉTICO-PR5138149154543245
12°BAHIA50381311145048244
13°SÃO PAULO50381311144849-144
14°FLUMINENSE47381114135053-341
15°SPORT4538129174658-1239
16°VITÓRIA43381110175058-838
17°CORITIBA43381110174251-938
18°AVAÍ43381013152948-1938
19°PONTE PRETA3938109193752-1534
20°ATLÉTICO-GO363899203856-1832

domingo, 3 de dezembro de 2017

O SAMBA E SUA IMPORTÂNCIA PARA A CULTURA E PARA O PAÍS


 
"O Choro e o Samba me deram muito, me trouxeram oportunidades que eu não teria se não tivesse entrado em contato com a música desde muito cedo", Nilze Carvallho, cantora e compositora (Foto: Acervo Pessoal)
Oriundo de tradições africanas e símbolo da identidade nacional, o País comemora o Dia Nacional do Samba neste sábado (2). A data foi criada pelo vereador baiano Luís Monteiro da Costa e sancionada pelo então prefeito de Salvador, Virgildásio Senna, no ano de 1963. 
A ideia foi homenagear a primeira visita a Salvador do compositor mineiro Ary Barroso, em 1940. Antes mesmo de chegar às terras soteropolitanas, Ary era querido da população local por conta da canção Na Baixa do Sapateiro, que cita já no título o famoso bairro da capital baiana. Gravada em 1938 por Carmen Miranda, a música alcançou sucesso internacional, ficando conhecida no exterior como Bahia. Inicialmente restrita a Salvador, a data passou a ser comemorada em todo o Brasil, com o passar dos anos.
Este ano, o Brasil ainda festeja os 101 anos do registro da música Pelo Telefone, efetuado em novembro de 1916 pela Fundação Biblioteca Nacional, vinculada ao Ministério da Cultura. Composta por Donga, em parceria com um grupo de músicos que participava de uma das festas na casa de Tia Ciata – baiana, mãe de santo e quituteira, cuja memória representa um marco na história samba-, a música foi sucesso no carnaval carioca de 1917.

Foi na casa de Tia Ciata que nasceram as primeiras rodas de samba de onde surgiram nomes como Hilário Jovino Ferreira, Donga, Sinhô e João da Baiana. A casa era localizada na região da Praça Onze, conhecida como Pequena África, que tornou-se ponto de encontro de personagens do samba, sendo palco dos primeiros desfiles de escolas de samba do Rio de Janeiro.
Nos últimos cem anos o samba ganhou nuances, variações sonoras como o samba carnavalesco, samba-canção, samba de partido-alto, samba de morro, samba-choro, samba de breque, samba exaltação, samba de gafieira, entre muitos outros. Nesse período a evolução pôde ser observada não apenas em termos sonoros, mas também sob o viés social: o gênero tornou-se símbolo de resistência da cultura negra e de reafirmação da mulher, desempenhando até mesmo um papel de emancipação social.

Pioneirismo feminino

Embora nascido na casa de uma mulher (Tia Ciata), demorou pelo menos 50 anos para que o trabalho de mulheres no samba tivesse visibilidade. As sambistas Clementina de Jesus e Dona Ivone Lara foram as pioneiras em um universo predominantemente masculino. Homenageada da Ordem do Mérito Cultural (2016) – promovida pelo Ministério da Cultura -, Dona Ivone Lara foi a primeira mulher a participar da ala de compositores de uma escola de samba, abrindo caminho para novas compositoras e cantoras de samba que desenvolveram uma carreira de sucesso nas décadas após 1960. Entre elas, se destacam Leci Brandão, Beth Carvalho, Clara Nunes, Alcione, entre outras.
Para a cantora e compositora Nilze Carvallho, o papel das mulheres no período da criação do samba tinha outra função. "Tia Ciata, por exemplo, assegurava toda a estrutura para a realização das rodas de samba, mas não detinha o protagonismo dessas rodas. Ao longo dos anos o cenário mudou muito. O meio ainda é muito masculino, mas as mulheres hoje têm suas próprias rodas", comemorou.
Nilze reconhece ainda que o samba tem papel fundamental na transformação da realidade de milhares de pessoas que tiveram, como ela, uma infância carente de recursos, ou vivem em áreas onde há limitações de acesso à direitos culturais e sociais. "O Choro e o Samba me deram muito, me trouxeram oportunidades que eu não teria se não tivesse entrado em contato com a música desde muito cedo", completa.

Samba e Bossa Nova

O samba transformou não apenas as regiões mais carentes desde o período pós-abolicionista, como também o ambiente da classe média carioca. Surgida nos anos 50, também no Rio de Janeiro, a Bossa Nova foi um dos gêneros musicais que mais difundiu o samba ao redor mundo. Carlinhos Lyra, um dos criadores do gênero, afirma que sempre houve uma influência mútua entre os compositores e cantores de samba, com os jovens músicos bossa-novistas, como ele: João Gilberto, Tom Jobim, Nara Leão, entre outros.
Lyra conta que o samba teve muita importância para ele, desde o princípio de sua carreira. Quando atuava como diretor musical do Centro Popular de Cultura da UNE, por exemplo, conheceu Cartola durante a produção de um filme do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, no morro da Mangueira. "Naquele momento que tive acesso aos sambas não apenas do Cartola como também os de Nelson Cavaquinho e Zé Keti, fiquei fascinado com o talento desses três e os convidei para ir na minha casa mostrar suas músicas. Durante um bom tempo, essas reuniões aconteceram semanalmente. Eu gravava os sambas deles e eles ouviam minhas músicas", lembra.
Os encontros promovidos por Lyra renderam, de imediato, a antológica gravação da música Diz que fui por aí, composta por Zé Keti e Hortêncio Rocha, na voz de Nara Leão. "Fiz uma harmonia mais sofisticada e Nara topou gravar o LP que colocou o samba Diz que fui por aí nas paradas de sucesso e fez com que esses compositores ficassem conhecidos. Com a repercussão, resolvemos montar o show Opinião - marco na história da música popular", destacou.
Embora o papel de difusor do samba tenha sido atribuído depois ao movimento da Bossa Nova, Lyra ressalta que como gênero musical, o samba sempre foi natural para todos os bossa-novistas porque "é a música que reflete o nosso país e que todos a ouviam desde sempre".
"O samba Bossa Nova é nada mais do que um samba tocado de maneira sofisticada. Só mudamos a maneira de tocá-lo para que ele chegasse em ambientes de classe média onde as referências eram o jazz e a música clássica. E assim, o samba acabou difundido no mundo através da Bossa Nova. Então, o samba é parte muito importante da minha carreira não só como compositor mas também como difusor dessa cultura", declarou. 
FONTE: Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

sábado, 2 de dezembro de 2017

O CARNAVAL É O ANO TODO COM BLOCO BAFO QUENTE, NO ANIVERSÁRIO DE LONDRINA


HOJE TEM RONEY MARCZAK E ORQUESTRA JOVEM LONDRINA, NO SHOPPING AURORA


MOSTRA DE ARTES TRAZ O ATIVISMO DE ALEXANDRA LORAS

Uma das novas vozes da diversidade e do empoderamento feminino no Brasil, Alexandra Loras, ex-consulesa da França em São Paulo, retoma sua paixão pela arte na mostra ‘Pourquoi pas?’ que será inaugurada na Galeria Rabieh, em São Paulo, no dia 2 de dezembro, com performances de grafiteiros e palestra. Sob a curadoria do artista e grafiteiro paulistano Enivo, e o apoio da holding NVH studios – proprietária da grife de sapatos Zeferino, a exposição apresenta 20 retratos de personalidades brancas que tiveram seus tons de pele escurecidos por meio de manipulação digital e ganharam traços afrodescendentes, entre elas Donald Trump, Rainha Elizabeth II, William Waack, Marilyn Monroe, Silvio Santos, João Doria, Dilma Rousseff, Michel Temer, Geraldo Alckmin, Xuxa e Gisele Bündchen.


Nesse mundo “invertido”, Alexandra propõe, com uma dose de humor e ironia, uma reflexão mais profunda sobre o protagonismo do negro na história. “Será que faríamos os mesmos comentários preconceituosos? Teríamos as mesmas posturas? Tomaríamos as mesmas decisões? Trataríamos os diferentes da mesma forma?”, pergunta Enivo.

A ideia da exposição teve o apoio imediato da galerista Lourdina Jean Rabieh e de Vinícius Dapper, CEO da Zeferino, depois de assistirem a ex-consulesa em uma de suas palestras usando essas imagens para refletir sobre o papel do negro na sociedade. “Meu objetivo é provocar uma experiência de empatia profunda nas pessoas mostrando celebridades e políticos brancos no país com a segunda maior população negra do planeta e onde essa maioria é tratada como minoria”, explica.

“Apresento essa realidade invertida para provar o quanto estamos longe de uma democracia racial, que só existirá de fato quando tivermos 54% da população negra do Brasil no Congresso, na mídia, nos boards executivos, ocupando cargos de liderança”.

O ARTivismo de Alexandra começou com uma brincadeira há dez anos ao se autorretratar como a princesa de Albert de Broglie, uma das mais notáveis pinturas de Jean-Auguste Dominique Ingres, datada de 1853. Em 1996, quando trabalhava como babá nos Estados Unidos, Alexandra estudou na prestigiada Corcoran School of the Arts & Design, em Washington D.C. sonhando com uma carreira nas artes. Mas seguiu outro caminho, se graduando em Gestão de Mídias no Instituto de Estudos Políticos de Paris (IEP), sem nunca deixar de produzir suas pinturas, esculturas, e cerâmicas.

Em 2012, mudou-se para o Brasil acompanhando o marido Damien Loras, então cônsul da França em São Paulo. Após o fim do mandato, em 2016, o casal decidiu permanecer no país. Desde então, Alexandra ministra palestras em empresas, escolas, universidades e escreve artigos para jornais e revistas como a “Serafina”, a “Folha de S. Paulo”, e “Claudia”.

A exposição ficará em cartaz de 2 a 22 de dezembro. De segunda a sexta, das 10 às 19h; sábado, das 11h às 17h.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

OI FUTURO ABRE INCRIÇÕES PARA PROJETOS CULTURAIS

Estão abertas as inscrições para a Seleção de Projetos para a Programação do Centro Cultural OI FUTURO 2018, que tem como objetivo oferecer patrocínio financeiro a projetos apoiados pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. As iniciativas selecionadas farão parte da programação do centro cultural Oi Futuro Flamengo localizado na cidade do Rio de Janeiro. 


Podem participar proponentes Pessoa Jurídica que atuem em áreas alinhadas aos interesses do edital (cultura digital e cidades colaborativas). Estão aptos proponentes de todo o território brasileiro desde que possam se inscrever na Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro ou na Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 12 de janeiro de 2018, mediante preenchimento da ficha de inscrição disponível no site  www.oifuturo.org.br.

OS PRIMEIROS JOGOS DA COPA 2018


CONFIRMADO NA FINAL DA COPA SUL-AMERICANA, FLAMENGO CHEGA A SALVADOR APLAUDIDO

Após a vitória por 2 a 0 sobre o Junior de Barranquilla, o Flamengo desembarcou direto em Salvador para o confronto decisivo diante do Vitória, válido pelo Campeonato Brasileiro. Como de costume na Bahia, a torcida rubro-negra compareceu ao aeroporto e celebrou o time após a classificação para a final da Copa Sul-Americana. 

César escutou palavras de apoio e gritos de ''melhor goleiro do Brasil''. Titular em Barranquilla, ele não atuava em um jogo oficial há quase dois anos. Ele não sofreu gols e ainda defendeu um pênalti no segundo tempo. 

No domingo, o Flamengo visita o Vitória pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro busca uma vitória para garantir uma vaga na Copa Libertadores do ano que vem. O time baiano briga contra o rebaixamento. 

MORRE ATRIZ ANA MARIA NASCIMENTO E SILVA

A atriz e produtora Ana Maria Nascimento e Silva morreu nesta quinta-feira (30) aos 65 anos, em decorrência de complicações geradas por um câncer de mama, segundo o jornal O Globo. O seu corpo será cremado no Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro, neste sábado (2).

Ana trabalhou em novelas como O salvador da pátria, em 1989, Quatro por Quatro, em 1994, e Zazá, em 1997. Ela também trabalhou em Jamais te Esquecerei, novela do SBT, e O Gerente, filme estrelado por Ney Latorraca.

AGENDA DE SHOWS DA CANTORA THAISE MOLIN

AGENDA DE DEZEMBRO


👉01/12 - Bar do Dirceu IBIPORÃ 21h
👉02/12 - Brito's as 13h/Londrina
👉02/12 - Pastelaria Balalaika 21h/Londrina
👉03/12 - Thank's Giving Maestral/Londrina
👉06/12 - Feira da Lua Musical no Zerão /Londrina


👉08/12 - Lanchonete Ciclovia 1° de Maio/Londrina
👉09/12 - Casa Verde IBIPORÃ 20h
👉16/12 - Evento particular
👉23/12 - Evento Particular 



Para contratar o show de Thaise Molin contate a cantora no Whatsapp 43 999906650

BAZAR EM PROL DO MUSEU HISTÓRICO DE LONDRINA


DIA DO SAMBA É CELEBRADO EM LONDRINA


MINC DIVULGA MUDANÇAS NA LEI ROUANET

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, anunciou nesta quinta-feira (30), em São Paulo, a nova Instrução Normativa (IN) da Lei Federal de Incentivo à Cultura (8.313/91), mais conhecida como Lei Rouanet, principal mecanismo de fomento à Cultura no Brasil e impulsionador da produção das atividades criativas, que representam 2,64% do PIB nacional.

Com um texto enxuto e objetivo – o número de artigos da nova IN foi reduzido de 136 para 73 artigos –, as regras ficaram mais claras e promovem dinamismo ao processo, desde a aprovação do projeto até a prestação de contas, sem perder o controle eficiente do mesmo. O intuito é desburocratizar o setor e, com isso, atrair mais investimentos, gerando mais renda e empregos na área cultural. 
 
As atualizações atendem a práticas de mercado, com a correção de valores, o que propiciará melhores condições de sucesso aos projetos. A exigência de um estudo de impacto econômico de projetos de maior valor deixará mais evidente o papel da Cultura como gerador de renda e emprego. 
 
Dentre as principais mudanças, a nova IN traz maior atratividade aos patrocinadores dos projetos culturais, o que deverá ampliar o número de projetos com efetiva captação para sua realização. Ao mesmo tempo, passará a permitir o patrocínio a projetos inovadores de empreendedores culturais iniciantes, para que se consolidem no mercado. As novas regras também reforçam a desconcentração regional, com incentivos ao investimento em regiões e estados com histórico de poucos projetos culturais. Além das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, já contempladas na IN anterior, publicada em março deste ano, passarão a ser contempladas a região Sul e os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Nesses locais, o limite de projetos e o valor total deles será aumentado em relação aos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, que historicamente recebem maior número de projetos culturais.  
 
Esta é a quinta edição da IN desde a promulgação da Lei Rouanet, em 1991. As INs anteriores foram publicadas em 1991, 2010, 2012 e em março de 2017.
 
LEIA O TEXTO COMPLETO DA NORMATIVA: 
 
http://www.imprensanacional.gov.br/web/guest/todas?p_p_id=101&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&_101_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_returnToFullPageURL=http%3A%2F%2Fwww.imprensanacional.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Ftodas%3Fp_auth%3Di0vXlcf5%26p_p_id%3D3%26p_p_lifecycle%3D1%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_state_rcv%3D1&_101_assetEntryId=650738&_101_type=content&_101_groupId=68942&_101_urlTitle=instrucao-normativa-n-4-de-30-de-novembro-de-2017&_101_redirect=http%3A%2F%2Fwww.imprensanacional.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Ftodas%3Fp_p_id%3D3%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dmaximized%26p_p_mode%3Dview%26_3_entryClassName%3D%26_3_modifiedselection%3D0%26_3_keywords%3D8.313%26_3_documentsSearchContainerPrimaryKeys%3D15_PORTLET_572362%252C15_PORTLET_649010%252C15_PORTLET_648606%252C15_PORTLET_648396%252C15_PORTLET_648383%252C15_PORTLET_572153%252C15_PORTLET_650735%252C15_PORTLET_648370%252C15_PORTLET_572349%26_3_modifieddayFrom%3D30%26_3_format%3D%26_3_modifiedfrom%3D01%252F12%252F2017%26_3_formDate%3D1512129893087%26_3_modified%3D%26_3_folderId%3D%26_3_modifieddayTo%3D1%26_3_modifiedto%3D01%252F12%252F2017%26_3_groupId%3D0%26_3_assetCategoryIds%3D519741%26_3_modifiedyearTo%3D2017%26_3_modifiedyearFrom%3D2017%26_3_modifiedmonthFrom%3D10%26_3_cur%3D1%26_3_struts_action%3D%252Fsearch%252Fsearch%26_3_modifiedmonthTo%3D11&inheritRedirect=true

RECITAL DE TECLAS SEMITOM, NO INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA


MORRE JORNALISTA E ESCRITOR AUGUSTO MARZAGÃO

  Faleceu no Rio, o criador do Festival Internacional da Canção, Augusto Marzagão. 
 
Jornalista, executivo e escritor brasileiro, Marzagão faleceu na noite da última terça-feira (28), em hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ).
 
Marzagão nasceu em 1929, em Barretos (SP). Foi casado com três mulheres e teve dez filhos. Ex-seminarista, foi morar na cidade de São Paulo aos 18 anos, onde trabalhou como repórter policial no extinto jornal O Tempo. Na ocasião, conheceu Jânio Quadros, de quem foi secretário particular. Ele ainda trabalhou nos governos de José Sarney e Itamar Franco.
 
Na área cultural, Marzagão destacou-se como o criador e diretor do Festival da Canção, realizado no ginásio do Maracanazinho entre 1966 e 1972. O evento incentivou talentos de diferentes gêneros musicais brasileiros do período. Como escritor, é autor do livro Memorial do Presente, da editora Nova Fronteira. Textos do jornalista ainda foram compilados no livro Semeadura da Colheita, da editora Ao Livro Técnico.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

PRÊMIO ARTE PARANÁ DIVULGA PROJETOS APROVADOS


Prêmio Arte UrbanaA Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) divulgou nesta quinta-feira (30/11) o resultado do Edital 006/2017 do Prêmio Arte Urbana, que selecionou 10 projetos de grafite em mural com a temática Educação no Trânsito. O valor da premiação é de R$ 88 mil reais, que será dividido entre os selecionados. O resultado foi publicado no Diário Oficial do Estado – Comércio, Indústria e Serviços Nº 10.078 de 30 de novembro de 2017 e também pode ser conferido aqui: http://www.cultura.pr.gov.br/arquivos/File/ARTE_URBANA/Resultado_Final_Arte_Urbana.pdf

O projeto Arte Urbana – Respeito no Trânsito tem como propósito a pintura em arte grafite de toda a extensão do muro do Detran-PR situado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, no bairro Tarumã, em Curitiba. São 160 metros de muro que receberão a arte dos grafiteiros selecionados por meio do edital 006/2017. Haverá ainda oficinas de grafite para jovens em situação de vulnerabilidade social.

A execução da arte no muro e das oficinas será de 11 a 17 de dezembro de 2017. Na data de entrega do muro, prevista para a tarde do dia 17 de dezembro, haverá uma grande confraternização, com pista de Halfpipe (estrutura em forma de U para prática de esportes radicais, como o skate, patins em linha ou bicicletas BMX), apresentação de Hip Hop e DJ.

Parceria da SEEC com o Departamento de Trânsito do Paraná (DETRAN-PR), o Arte Urbana busca usar linguagens e formatos que chamem a atenção dos jovens, grupo de risco no trânsito, e promovam uma mudança de comportamento com o auxílio da arte.

APÓS 155 ANOS, DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DEIXA DE SER IMPRESSO

Após 155 anos de existência da versão em papel do Diário Oficial da União (DOU), o governo decidiu suspender a impressão do documento a partir de 1º de dezembro.

O acesso passará a ser feito exclusivamente pela internet, o que é um marco de modernidade para o governo, disse hoje o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que participou da cerimônia que marca o fim da versão impressa do DOU.

Segundo dados do governo, a maioria dos leitores da imprensa oficial já acessa o conteúdo pela internet. São 700 mil acessos online ao mês, enquanto a versão impressa circula com tiragem de 6 mil exemplares por dia.

Debates Sesc Partituras 2017: Villa-Lobos e a Coleção Escolar

No dia 01 de dezembro, das 14h30 às 16h30, os pesquisadores Carlos Alberto Figueiredo Manoel Corrêa do Lago participarão do “Debates Sesc Partituras”, onde irão falar sobre as composições e arranjos de Villa-Lobos para a Coleção Escolar.
 
Os musicólogos abordarão questões relacionadas ao contexto da criação dos arranjos e composições criadas na implantação do Canto Orfeônico nas escolas brasileiras. Serão analisadas em especial as obras disponibilizadas no Sesc Partituras a partir de uma parceria com a Academia Brasileira de Música. 
 
Confira a matéria completa no site:
 

Segue o link da transmissão online que acontecerá amanhã, das 14h30 às 16h30http://www.canalsescbrasil.com.br/canal/aovivo/

RENATO FORIN RECEBE PRÊMIO JABUTI ESTA NOITE

Escritor de "Samba de Uma Noite de Verão" participa de cerimônia no Auditório Ibirapuera em São Paulo e comemora recente premiação de outra obra pela Fundação Cultural do Pará

Na noite desta quinta-feira, um londrinense será o primeiro autor a subir o palco do Auditório Ibirapuera para receber o troféu mais desejado da literatura brasileira. Contemplado em terceiro lugar na categoria Adaptação do 59° Prêmio Jabuti, o jornalista Renato Forin Jr. divide o pódio com Walcyr Carrasco e Rodrigo Machado. O reconhecimento vem para o seu primeiro livro, "Samba de Uma Noite de Verão", publicado pela pequena KAN Editora e patrocinado pelo PROMIC - Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Londrina. A cerimônia será transmitida ao vivo a partir das 20 horas pela página do Facebook da CBL - Câmara Brasileira do Livro. Nesta edição, concorreram ao Jabuti quase 2.500 obras de ficção e não-ficção e foram premiados nomes como Silviano Santiago, Ana Miranda, Marilena Chauí e José Castello.


“É uma emoção inexplicável e uma honra desmedida estar junto de autores que sempre li e que estudo na Academia, neste prêmio que é o mais antigo da literatura brasileira. Nem me sinto muito merecedor. Ao mesmo tempo, penso no troféu como um fôlego para seguir em frente em meio ao caos que temos vivido na área cultural e como reconhecimento a um trabalho árduo e que vem de longa data”. O autor destaca ainda que, pela característica de “Samba de Uma Noite de Verão”- um livro acompanhado de CD com canções escritas por ele na voz de cantores de Londrina -, trata-se de uma obra coletiva. “Este livro representa a consolidação de instituições importantíssimas na cidade, como a Funcart, onde este texto nasceu, o PROMIC, que o financiou, além de concentrar o trabalho de vários artistas da área musical, gráfica e editorial. É a cultura de Londrina que sobe ao pódio”, destaca. 


O livro de Forin é uma reescritura de "Sonho de Uma Noite de Verão", obra do fim do séc. XVI do dramaturgo inglês William Shakespeare. Sua proposta consiste em transpor a trama para o universo brasileiro, desenhando metáforas da formação do país. Passeiam pelos 5 atos da peça musical personagens típicos do imaginário brasileiro, como malandros, trabalhadores, lavadeiras, um chefe de comunidade, uma mãe de santo, dentre outros. Eles habitam a Vila de Vera Cruz, humilde e alegre favela de onde ecoa o miscigenado ritmo brasileiro. A história também se passa em uma floresta contígua à Vila, onde reinam seres imaginários da cultura afro-brasileira, como os orixás e outras deidades. 

“Quando li o ‘Sonho...’, imediatamente vi ali uma forma interessante para abordar nossas questões, como a exploração dos mais pobres pelos mais ricos, os amores tropicais, a demagogia dos líderes políticos, a visão da sociedade sobre os artistas. Ao mesmo tempo, uma oportunidade para falar sobre o que há de mais potente na nossa formação: o dom da mistura. Foi um longo e minucioso processo de pesquisa para encontrar no contexto brasileiro – e a partir da tradição de nossas matrizes fundadoras – personagens e situações paralelas àquelas propostas por Shakespeare”, explica. O resultado foi o espetáculo encenado em 2009 pela Escola Municipal de Teatro, com direção de Edna Aguiar e Guilherme Kirchheim, e, após posteriores ajustes no texto e novas composição cancionais, a publicação em livro-CD em dezembro de 2016. 

Renato enviou o projeto do livro ao Programa Municipal de Incentivo à Cultura por cinco vezes e só na última teve a proposta aprovada, o que permitiu a distribuição de parte da tiragem para escolas públicas estaduais, além de outras instituições ligadas à arte e à educação da cidade, como forma de incentivo à leitura do texto dramático e à audição de música popular para jovens.  No sentido paradidático, a publicação traz notas com vida e obra de compositores brasileiros, desde a tradição até a contemporaneidade, partituras das canções autorais e posfácio analítico escrito pelas professoras Sonia Pascolati e Maria Carolina de Godoy, do PPG Letras da UEL.  Outros textos incluídos no livro são o prefácio do autor e a apresentação elaborada pelo jornalista Antônio Mariano Jr. A direção musical do disco é de Sara Delallo, com produção de áudio de Luciano Galbiati. A coordenação editorial é de Marcos Losnak, cuja editora também recebe seu primeiro Jabuti na cerimônia desta noite, representada por Danieli Pereira, que fez a produção do livro. 


Nova premiação – Novembro foi um mês de ótimas surpresas para Renato. Poucos dias após saber do Prêmio Jabuti, o autor recebeu a notícia de que outro texto dramatúrgico – a peça “OVO” – fora contemplado nos Prêmios Literários 2017 do  Programa Seiva de Incentivo à Arte e à Cultura da Fundação Cultural do Pará (FCP). O resultado foi divulgado no dia 22 de novembro e prevê a publicação inédita da obra em formato de livro. Parte da tiragem será distribuída pela Fundação sediada em Belém e outra parte será destinada ao autor. No mesmo edital, foram contemplados mais onze novos escritores em diferentes categorias, como romance, poesia, ensaio e infanto-juvenil, de quatro estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Pará. “OVO” recebeu a média 100, nota máxima inclusive dentre outras categorias. 

“Os Prêmios Literários promovidos pela Fundação Cultural do Pará têm duas características muito interessantes e incomuns: o fato de, mesmo sendo um prêmio estadual, permitir a inscrição de autores do território nacional, e abarcar várias categorias, inclusive a dramaturgia – este gênero milenar, que tem pouca visibilidade em outros concursos e no mercado editorial. Uma grande felicidade poder publicar ‘OVO’, um texto pelo qual tenho particular apreço”, explica Renato. Bem diferente de “Samba de Uma Noite de Verão”, que toca em aspectos mais culturais e sociológicos, “OVO” propõe uma reflexão filosófica sobre a passagem: a morte das pessoas, o desaparecimento das coisas e a efemeridade do tempo. 

A trama traz dois personagens trágicos – Édipo e Electra – como irmãos que passaram a juventude na zona rural e que, na vida adulta, encontram-se na cidade no momento do falecimento de mãe. Diante da circunstância extrema da morte, é a oportunidade de refletirem juntos sobre questões como os afetos familiares, a força do destino na caminhada humana e a figura divina. Com forte influência psicanalítica e teor lírico, “OVO” traz metáforas ligadas à maternidade/paternidade e ambienta a trama em um galinheiro, como referência ao espaço onde os irmãos brincavam na infância. Em termos formais, o texto alinha-se à dramaturgia contemporânea, propondo quebras espaço-temporais, fluxos de pensamento e reflexões metateatrais. Inédita no formato de livro, a peça foi montada pelo grupo londrinense Agon Teatro em 2015 e cumpriu mais de 30 apresentações na cidade-sede e outros municípios paranaenses. 

Ainda este ano, a publicação estará em fase de edição pela Fundação Cultural do Pará, em parceria com o autor, e o lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2018. O livro “Samba de Uma Noite de Verão” pode ser adquirido na Funcart (Rua Souza Naves, 2380) ou direto com o autor pelo WhatsApp (43) 99979-3349. O valor do livro ilustrado de capa dura com CD é R$ 35.

Fotos: Livro “Samba de Uma Noite de Verão” e montagem de “OVO” pelo Agon Teatro (Londrina-PR).
Créditos: no nome de cada arquivo

Contatos para a imprensa:
Renato Forin Jr.: (43) 9 9979-3349

NEGROS DOMINAM PRINCIPAL CATEGORIA DO GRAMMY 2018

Os indicados ao Grammy 2018 foram anunciados nesta terça-feira (28). Esta é a primeira vez em 18 anos que não há um homem branco na lista de artistas que disputam o troféu de Álbum do Ano, principal categoria da premiação que chegará à 60ª edição.

Esse cenário foi visto pela última vez em 1999, quando Lauryn Hill, Sheryl Crow, Garbage, Madonna e Shania Twain disputaram a categoria. Lauryn foi quem ganhou o grande troféu com seu The Miseducation of Lauryn Hill.

Os indicados deste ano são Childish Gambino (Redbone), Jay-Z (The Story of O.J.), Kendrick Lamar (HUMBLE.), Bruno Mars (24K Magic) e Lorde (Melodrama).

Além disso, quatro das cinco faixas que concorrem na categoria Gravação do Ano são de artistas negros: HUMBLE. (Kendrick Lamar), Redbone (Donald Glover), 24K Magic (Bruno Mars), The Story of O.J. (Jay-Z).

PERFIL DOS SELECIONADOS NO PRÊMIO CULTURAS POPULARES 2017

Dos 500 selecionados, 200 foram na categoria "Mestres e Mestras", 200 na categoria "Grupos/Comunidades", 80 na categoria "pessoas jurídicas sem fins lucrativos" e 20 herdeiros de mestres já falecidos (In Memorian).
 
O Grupo Afrolage, do Rio de Janeiro (RJ), foi um dos 151 premiados na região Sudeste, do total de 500 selecionados em todo o País. Idealizado pela professora e coreógrafa Flávia Souza, busca dar visibilidade à cultura de matriz afro-brasileira, por meio de manifestações culturais como o Jongo, a Capoeira Angola, o Maracatu, o Côco e o Samba de Roda. Todo último domingo do mês, seus membros promovem, de forma voluntária, um encontro na Praça Agripino Grieco, Zona Norte da capital fluminense. Com 12 integrantes, o grupo reune até 100 pessoas.
 
Na região Sul, o Boizinho da Praia foi um dos contemplados. No município Cidreira (RS), trata-se de um folclore da cultura popular local. A manifestação havia caído em desuso por mais de 50 anos e foi resgatada, registrada e socializada pelo Mestre Ivan Therra. Ainda no Sul (Paraná), o batuque na caixa recebeu nota máxima por sua história que se mistura com a trajetória do músico Aldo Moraes, seu fundador.
 
No Centro-Oeste, a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, em Alto Paraíso de Goiás (GO), foi uma das selecionadas. Fundada em 1997, na pequena Vila de São Jorge, os idealizadores buscavam um espaço democrático para as manifestações da cultura popular tradicional. Sede e precursora do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, a Casa de Cultura ficou conhecida em todo o país por acolher, anualmente, as manifestações artísticas e expressões culturais do povo simples brasileiro. A Catira e a Curraleira, executadas pelos foliões de São João da Aliança; a Sussa dançada pelos Calungas do Vão do Moleque e do Vão das Almas; o Lundu e o Batuque, representados pelo grupo A Caçada da Rainha, de Colinas do Sul; e o Congo, encenado pela comunidade de Niquelândia, são alguns dos exemplos mais emblemáticos das expressões artísticas que se apresentam anualmente.
 
No Nordeste, o mestre Severino Vitalino, natural de Caruaru (PE), também foi agraciado pelo prêmio. Com o pai, o consagrado mestre Vitalino, aprendeu a modelar o barro e retratar personagens e bonecos da realidade local. As obras de Mestre Vitalino podem ser vistas no Museu do Barro de Caruaru, em Pernambuco; e no Museu Casa do Pontal, o mais importante museu de arte popular do Brasil, no Rio de Janeiro. O mestre criou uma narrativa visual expressiva sobre a vida no campo e nas vilas do nordeste pernambucano. Realizou esculturas antológicas, como "o enterro na rede", "cavalo marinho" e "casal no boi", entre outras.
 
Já na região Norte, o "botador de boi", repentista, cantador de carimbó, compositor de sambas, poeta e pescador Mestre Damasceno foi um dos premiados. Ele criou, a exemplo do boi-bumbá, o "Búfalo-Bumbá" de Salvaterra. A escolha do búfalo se deu por ser um símbolo da paisagem de Marajó. Trata-se de uma brincadeira coletiva, que percorre as ruas da cidade duas vezes por ano, em junho e agosto.

MINC DIVULGA SELECIONADOS NO PREMIO CULTURAS POPULARES 2017

O Ministério da Cultura (MinC) divulgou, nesta terça-feira (28), os 500 ganhadores da 5ª edição do Prêmio Culturas Populares: Edição Leandro Gomes de Barros. Lançado em junho, o prêmio foi recordista em número de inscrições – 2.862 – no âmbito da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC) do MinC. Cada premiado receberá R$ 10 mil. Foram selecionadas iniciativas de todas as regiões: 258 do Nordeste, 151 do Sudeste, 42 do Norte, 21 do Centro-Oeste e 28 do Sul.
O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, explicou que o edital integra o programa de fomento do MinC e tem por objetivo incentivar e preservar expressões culturais que formam o DNA do Brasil. "Trata-se de um reconhecimento da importância de nossas tradições e dos que as mantêm vivas e potentes em todas as regiões deste vasto e diverso País", afirmou. 
"O edital teve número expressivo e recorde de premiados porque queríamos atender e contemplar as mais diversas manifestações e valorizar o trabalho desses mestres e grupos culturais", afirmou a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, Débora Albuquerque. 

A comissão de seleção do prêmio, formada por servidores públicos e membros da sociedade civil, elegeu iniciativas que retomam práticas populares em processo de esquecimento e difundem tais expressões para além dos limites de suas comunidades de origem. Entre elas, o Cordel, a Quadrilha, o Maracatu, o Jongo, o Cortejo de Afoxé, o Bumba-Meu-Boi e o Boi de Mamão, entre outros. Não foram incluídas no prêmio Culturas Indígenas, Culturas Ciganas, Hip Hop e Capoeira por já serem objeto de editais específicos lançados pelo MinC.
Foram avaliados a contribuição sociocultural do projeto às comunidades; a melhoria da qualidade de vida das comunidades a partir de suas práticas culturais; e o impacto social e contribuição da atuação para a preservação da memória e para a manutenção das atividades dos grupos, entre outros.

Relação dos premiados nacionais:

http://www.cultura.gov.br/documents/10883/1458433/Port.+n%C2%BA%2015-Dispoe+sobre+a+homl.+do+Resultador+do+Edital+n%C2%BA%2001-Edicao+Leandro+Gomes+de+Barros.pdf/a984161c-8cdd-4ff8-875b-cc58940e8096
FONTE: MINC

MINC ANUNCIA LIBERAÇÃO DE PATROCÍNIO DA CAIXA PARA O CARNAVAL DO RIO

O governo federal cumpriu o compromisso assumido com as escolas de samba do Rio de Janeiro e vai destinar R$ 8 milhões para o Carnaval de 2018. O valor será repassado pela Caixa Econômica Federal via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). O anúncio foi feito nesta terça-feira (28/11) pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.
 
Para que os recursos sejam liberados, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) precisa retificar campos da proposta protocolada no Ministério da Cultura na semana passada. "A bola está agora na quadra da Liga das Escolas de Samba, para que eles possam qualificar o projeto no âmbito da Lei Rouanet e acertar os detalhes com a Caixa", disse Sá Leitão.
 
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

RENATO GAÚCHO: ÍDOLO IMORTAL


Maior ídolo da história do Grêmio e vencedor da Libertadores como jogador, Renato Gaúcho se torna agora também o primeiro brasileiro a conquistar o feito como jogador e técnico.


Gaúcho se impôs nos 2 jogos contra o Lanus e vira definitivamente imortal perante a história gremista.