segunda-feira, 6 de junho de 2016

ARTE BRASILEIRA PERDE TUNGA

Um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira, Tunga morreu às 16h desta segunda-feira de câncer, aos 64 anos.

Ele estava internado no hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, desde 12 de maio.

Pernambucano radicado no Rio desde a juventude, ele tem uma obra que recusa categorias da história da arte brasileira.

Tunga foi o primeiro artista contemporâneo do mundo a ter uma obra no Louvre, em Paris. Apesar de ter despontado nos anos 1970, junto a artistas que também criaram esculturas e instalações marcadas pela reflexão, como Cildo Meireles e Waltercio Caldas, Tunga construiu um vocabulário e uma gramática particulares.

Sua obra é barroca, carregada de simbolismos e potência física, interessada em criar novas relações entre imagens recorrentes em 40 anos de trajetória: ossos, crânios, tranças, dedais, agulhas e bengalas gigantes, redes, dentes, recipientes de vidro, líquidos viscosos.

A escultura “Lezart”, criada em 1989, é exemplar do repertório formal do artista. Fios e tranças de cobre atravessam pentes monumentais de ferro, e a eles são unidos por ímãs – por meio deles, as partes de sua escultura podem ser sempre recombinadas, criando novos sentidos. “

Fazer arte é juntar coisas”, repetia, ressaltando que dessa junção de elementos aparentemente sem conexão algo novo se revelaria, como na poesia.

  • Performance "Debaixo do meu chapéu" (1997), de Tunga

  • Visitantes observam obra de Tunga no estande da galeria Mendes Wood, no Armory Show, em Nova YorkFoto: Agência O Globo / Fernanda Godoy

  • A obra Lézart (1989), no pavilhão de Inhotim dedicado a TungaFoto: Pedro Motta / Agência O Globo

  • A obra "True Rouge", de Tunga, no Centro de Arte Contemporânea Inhotim, Minas Gerais.Foto: Divulgação

  • "Palíndromo incesto" (1990-1992), de Tunga, no pavilhão dedicado ao artista em InhotimFoto: Divulgação

  • Escultura em ferro e cobre (1997) do artista plástico TungaFoto: Divulgação

  • Tunga posa em frente à sua escultura "À luz de dois mundos" (2005) na Pirâmide do LouvreFoto: Divulgação

  • Tunga com "Exogenou


  • O artista Tunga ao lado de sua obra "Olho por Olho" (2005)Foto: Divulgação

Durante o inverno cai o número de doadores de sangue em toda a região. Por isso, o Hemocentro Regional de Londrina está promovendo a ‘Quinzena de Doação de Sangue’. Pessoas acima de 18 anos podem ser doadores. O Hemocentro fica na rua Cláudio Donizete Cavalieri, ao lado do HU. O horário de funcionamento é das 13h às 18h30 – de segunda a sexta e aos sábados, das 8h às 17h30. - See more at: http://www.pacocacomcebola.com.br/#sthash.WK84qayC.dpuf
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